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Drex vai acabar com o Pix?

Nova moeda digital teve seu nome revelado pelo Banco Central e funcionalidade gerou dúvidas a respeito do futuro do Pix. Entenda!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Gráficos ao fundo em direção ascendente. Ao centro, o logo do Pix.

A nova moeda digital brasileira recebeu o nome de Drex. A iniciativa do Banco Central tem como principal objetivo ampliar as possibilidades de negociações financeiras e estimular a inclusão digital. De acordo com a autarquia, a ideia é que o novo recurso funcione como um Pix no atacado para serviços financeiros. 

Diante do anúncio, é possível que algumas dúvidas tenham surgido, ainda mais diante da sua relação com o sistema de transferência instantânea, bastante popular entre os brasileiros atualmente. Hoje, o Pix é uma das principais formas de pagamentos.

Vale dizer, em primeiro lugar, que o Drex é uma versão virtual do papel-moeda. Isso quer dizer que R$ 1 equivale a 1 Drex, e assim por diante. Assim como as criptomoedas, a moeda digital brasileira também será baseada em blockchain, espécie de banco de dados com maiores níveis de segurança. 

Pix X Drex: quais as diferenças?

Apesar de poder ser usado de forma semelhante ao Pix, o Drex deverá ser usado para transações de valores maiores. No caso do Pix, isso acontece em reais e está de acordo com as regras determinadas pelo BC e pelas instituições financeiras. Em relação a moeda digital, a transferência de recursos se dará justamente por meio da blockchain.

A princípio, a maior diferença está nesse sentido. Desse modo, é possível afirmar que o Pix continuará existindo normalmente, visto que o serviço é usado para efetuar movimentações de diferentes valores de forma rápida, prática e gratuita, e assim, continuará sendo. 

Funcionalidades do Drex

A previsão do BC é que o Drex chegue aos consumidores no final de 2024 ou início de 2025. A partir disso, a moeda poderá ser usada para diferentes tipos de serviços como:

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  • Transferências;
  • Pagamentos;
  • Compra de títulos públicos;
  • Uso de contratos inteligentes. 

Novas possibilidades de uso devem ser anunciadas em breve. Além disso, é importante destacar que ele só funcionará como uma moeda de atacado, trocada entre as instituições financeiras. Isso quer dizer que o usuário deve operar por meio de carteiras digitais.

Imagem: Pixels Hunter / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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