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É melhor investir em CDB ou Tesouro Direto?

Rendendo mais que a poupança, é melhor investir as aplicações em CDB e Tesouro Direto. Mas, entre elas, qual a melhor opção? Entenda!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio3 min de leitura
Pilhas de moedas em ordem crescente, simbolizando o ato de investir e o aumento gradual do valor

Rendendo mais que a poupança, é melhor investir as aplicações em Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Tesouro Direto. Mas, podem ficar algumas dúvidas na hora de escolher entre as duas opções. Portanto, nessa hora, é necessário conhecimento para saber qual mais se adequa a cada perfil de investidor.

Para pessoas buscando opções de aplicações em Renda Fixa segura com um desempenho melhor que o da poupança, as opções de Tesouro Direto e CDB são duas das melhores indicações.

Contudo, cada uma tem suas particularidades que requerem atenção no momento da escolha, sendo necessário conhecer melhor sobre eles para tomar uma decisão. Dessa forma, prezando pelo patrimônio aplicado nessas movimentações é possível investir com maior segurança.

O que é o CDB?

As instituições financeiras emitem um título de renda fixa chamado Certificado de Depósito Bancário, cujo objetivo é financiar suas operações bancárias.

Os títulos são emitidos e colocados à venda, tornando possível a realização do investimento na compra desses títulos. Contudo, o banco realiza o pagamento do valor ao investidor após um período fixado acrescido de juros.

Entre eles, existem ainda três tipos diferentes de aplicações de baixo risco que podem ser realizadas, são elas:

  • pós-fixado – geralmente, rendimentos com liquidez diária acompanhando o índice do Certificado de Depósito Interbancário (CDI);
  • pré-fixado – produto com rentabilidade calculada com base em taxa fixa definida no momento do investimento;
  • atrelado à inflação – modelo híbrido que mantém uma taxa de juros fixa juntamente com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para potencializar os rendimentos.

O que é o investimento em Tesouro Direto

O Tesouro Direto se desenvolveu através de um programa de captação de recursos da Secretaria do Tesouro Nacional em 2022. Seu objetivo era permitir que os cidadãos realizassem aplicações financeiras de forma simples.

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O programa serve para auxiliar na obtenção de recursos para o Governo e democratizar o acesso ao mercado de investimentos. Buscando beneficiar as duas partes e influenciando positivamente o ingresso do brasileiro nesse mercado.

Dentro da categoria, existem mais de vinte títulos de dívida do Governo disponíveis para compra. Eles contam com quatro tipos diferentes de modalidades.

  • Tesouro Prefixado: opção com definição da taxa de juros já no investimento, possibilita saber com precisão qual será o retorno financeiro ao fim do período.
  • Tesouro Selic: atrelado à taxa Selic com liquidez diária e vencimentos mais curtos.
  • Tesouro IPCA+: título híbrido atrelado à inflação (IPCA) e taxa de juros definida previamente, uma grande opção para investimentos de longo prazo.
  • Tesouro RendA+: mais novo tipo de aplicação, que tem por objetivo, auxiliar o investidor a formar sua aposentadoria. Esse produto é novo na categoria e pode ser uma ótima opção, dependendo dos seus objetivos.

Imagem: Reprodução/Pixabay

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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