Em 2022, as previsões dos analistas econômicos não eram boas para esse ano. Muitos acreditavam em uma recessão, principalmente na Europa. Entretanto, alguns fatores novos acabaram por mudar as expectativas para a economia global em 2023.
Economia global deixa crise para trás
Novos fatores fizeram os analistas melhorarem as expectativas para o crescimento da economia global. Entenda o que está acontecendo
Em sua avaliação, o Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentou sua estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) global. Antes, ela era de 2,7% e agora chega a 2,9%. A diferença é pouca, mas já é um bom indicativo.
Dois são os motivos principais para a revisão do crescimento da economia global neste ano: o inverno menos rigoroso na Europa e a rápida reabertura econômica da China depois do fim das restrições contra a Covid-19 no país.
Economia global começa a deixar a crise para trás
De acordo com os analistas do mercado, existia uma preocupação com o inverno europeu. Se ele fosse rigoroso seria necessário mais gás para garantir o aquecimento. Porém, o fornecimento deste item está comprometido desde o início da Guerra da Ucrânia.
Assim, caso fizesse muito frio, a população europeia precisaria passar por um racionamento de gás que comprometeria a economia da região. Como as temperaturas não alcançaram níveis extremos, a quantidade de gás que chega aos países está sendo suficiente.
Diante dessa situação, os analistas revisaram a taxa de crescimento do PIB da Europa para este ano. Ele era de -0,1%, agora já mostra um leve aumento e passa a ser de 0,8%.
Outro fator para melhorar a economia global é a reabertura do mercado chinês. O país asiático suspendeu as restrições da sua política de Covid Zero, permitindo que os cidadãos voltassem a circular. Dessa forma, segundo o FMI, o índice de crescimento econômico da China passou de 4,4% para 5,2% em 2023.
E o Brasil?
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Apesar do aumento da taxa de crescimento da economia global, não há expectativa para que o Brasil acompanhe esse movimento. Com a melhora da China é esperado uma elevação no preço das commodities exportadas.
Entretanto, não é esperado um grande impacto como já aconteceu em outros anos. Por isso, os analistas mantiveram a expectativa brasileira em 0,8% este ano.
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