Eduardo Bueno, jornalista e escritor especializado em história, foi contratado pela Caixa Econômica Federal em janeiro de 2025 para atualizar dois de seus livros sobre a história do banco, “CAIXA: Uma História Brasileira” (2002) e “CAIXA: 150 Anos de uma História Brasileira” (2010).
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O jornalista Eduardo Bueno foi contratado para atualizar seus livros sobre a Caixa Econômica Federal em um contrato de R$ 3,2 milhões.
O contrato, no valor de R$ 3.270.600,00, gerou controvérsias, não apenas pelo valor envolvido, mas também pelo processo de contratação que não passou por licitação.
A justificativa da Caixa para essa inexigibilidade de licitação foi a impossibilidade de competição, já que Eduardo Bueno é o detentor dos direitos autorais das obras e, portanto, não há concorrência possível para a revisão e ampliação da obra.
O prazo de entrega da atualização está previsto para o ano de 2026, com o projeto incluindo, além da nova edição do livro em português e inglês, a produção de uma websérie documental baseada na obra, em homenagem aos 165 anos da Caixa. A edição bilíngue digital também será disponibilizada, com a versão digital sendo acessível em formato de revista eletrônica.
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A justificativa para a inexigibilidade de licitação
De acordo com uma nota oficial da Caixa Econômica Federal, a contratação de Eduardo Bueno para a atualização dos livros seguiu o processo de inexigibilidade de licitação. Isso se deve ao fato de que os direitos autorais dos livros pertencem a Bueno, o que torna impossível estabelecer concorrência para essa contratação específica.
Em sua explicação, a Caixa destacou que a atualização do conteúdo será feita em homenagem aos 165 anos da empresa, e que a websérie documental complementará o livro, trazendo uma nova forma de divulgação da história do banco. A decisão foi amparada pela Lei 9.610, que regula os direitos autorais no Brasil.
Apesar da justificativa, a ausência de licitação gerou discussões sobre a transparência do processo e sobre a necessidade de abertura de concorrência em casos envolvendo grandes contratos públicos.
A polêmica envolvendo a morte de Charlie Kirk
As declarações de Eduardo Bueno
No entanto, a contratação de Eduardo Bueno para atualizar os livros da Caixa não foi o único assunto que gerou repercussão na mídia. O escritor esteve no centro de uma polêmica devido a suas declarações sobre a morte de Charlie Kirk, ativista de direita e fundador do Turning Point USA.
Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Eduardo Bueno afirmou que era “terrível um ativista ser morto por ideias, exceto quando é Charlie Kirk”. No vídeo, ele sorriu e bateu palmas, o que gerou uma onda de críticas nas redes sociais. Muitos acusaram Bueno de celebrar a morte do ativista, o que levou a reclamações e questionamentos sobre sua postura.
A retratação pública de Bueno
Após as críticas, Eduardo Bueno fez uma retratação pública em que afirmou que errou na forma de se expressar sobre a morte de Kirk. Em outro vídeo publicado no Instagram, o escritor disse que, embora não tenha comemorado a morte de Kirk, reconhecia que o tom e o momento de sua declaração foram totalmente inapropriados.
“Eu não festejei o assassinato dele e nem louvei o assassino. O que eu quis dizer, e digo de novo porque acredito nisso e repito: o mundo fica melhor sem determinadas pessoas. E o mundo, na minha opinião, ficou melhor sem a presença desse cara”, declarou Eduardo Bueno. Ele afirmou ainda que a forma como se expressou foi um erro, mas manteve sua opinião sobre a morte de Kirk, a quem chamou de uma “figura horrível e desprezível”.
O contrato com a Caixa e a relação com a polêmica
Como as declarações impactaram a imagem do escritor
As declarações de Eduardo Bueno sobre a morte de Charlie Kirk e a reação do público causaram um impacto significativo em sua imagem pública, especialmente em um momento tão importante da sua carreira, com o contrato milionário com a Caixa Econômica Federal para atualizar suas obras.
A polêmica em torno de suas palavras provocou um debate sobre ética e responsabilidade pública para escritores e jornalistas que lidam com temas delicados.
Porém, a Caixa Econômica Federal não se manifestou publicamente sobre a situação. O banco, que já estava comprometido com o projeto de atualização dos livros, seguiu com o contrato e não anunciou nenhuma alteração no processo ou na execução do projeto.
Impacto nas redes sociais e na mídia
A repercussão das declarações de Eduardo Bueno nas redes sociais gerou uma grande discussão pública, com muitos usuários criticando a forma como o escritor lidou com a morte de Kirk. No entanto, também houve quem defendesse a liberdade de expressão do escritor, argumentando que ele tinha o direito de expressar sua opinião sobre a morte de uma figura pública polêmica.
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+311 mil seguidores
A polêmica afetou as redes sociais, mas o impacto nas mídias tradicionais e nos canais de comunicação do escritor foi relativamente controlado. Após a retratação, a situação parecia ter se acalmado, e a atualização dos livros da Caixa seguiu em andamento.
O que a atualização das obras sobre a Caixa significa para a história do banco?

A importância de revisar a história da Caixa Econômica Federal
A atualização dos livros de Eduardo Bueno é uma medida importante para a preservação da história da Caixa Econômica Federal, que em 2025 celebra 165 anos de existência. A revisão das obras proporcionará uma versão mais atualizada da trajetória do banco e seu impacto no Brasil.
A websérie documental que acompanha a atualização das obras promete ser uma forma inovadora de contar a história da Caixa, alcançando novos públicos por meio de plataformas digitais. A adição de uma edição bilíngue em português e inglês também visa expandir o alcance da história do banco, proporcionando um registro histórico acessível a uma audiência global.
O papel de Eduardo Bueno na história do banco
Eduardo Bueno, como autor das obras sobre a Caixa, tem uma conexão direta com a história do banco, tendo escrito dois livros fundamentais sobre sua trajetória. A atualização dessas obras com uma perspectiva mais contemporânea é uma forma de garantir que a memória institucional da Caixa continue sendo preservada e de que o banco continue sendo uma referência para os brasileiros.
Considerações finais
O contrato de Eduardo Bueno com a Caixa Econômica Federal para atualizar seus livros sobre a história do banco, no valor de R$ 3.270.600,00, gerou discussões tanto pela falta de licitação quanto pelas declarações polêmicas feitas pelo escritor em relação à morte de Charlie Kirk.
Embora a Caixa tenha seguido com a execução do contrato, a polêmica em torno de Bueno afetou sua imagem pública.
Entretanto, a atualização dos livros da Caixa é uma iniciativa relevante para a preservação da história do banco e uma oportunidade para refletir sobre seu impacto nas finanças e na sociedade brasileira ao longo dos anos.
A produção da websérie documental e a edição bilíngue prometem dar uma nova visibilidade à Caixa e contribuir para o debate sobre o papel das instituições financeiras no Brasil.
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