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Entenda os efeitos da alta da taxa de juros (Selic) no mercado

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A Selic, taxa de referência dos juros no Brasil, é usada como base para investimentos de renda fixa e operações de crédito, como o financiamento de imóveis. Com a alta da taxa, no valor de 11,75% ao ano, os efeitos no mercado são os mais diversos.

Outro detalhe é que a Selic continuará sendo elevada, e a principal causa são as incertezas econômicas no Brasil. A taxa básica de juros é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação do país, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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Impactos no aumento da Selic

O efeito mais visível para a maioria dos brasileiros é na alta dos empréstimos bancários. Quando ocorre o aumento da taxa, os preços de serviços financeiros são pressionados para cima. Isso acontece porque a Selic influencia todas as taxas de juros do país.

Devido aos acréscimos da Selic, os juros cobrados pelos bancos para empréstimos vão seguir aumentando. De acordo com o Banco Central, em janeiro, o preço médio chegou a 35,3% ao ano.

O aumento da taxa Selic também afeta diversos investimentos, principalmente os da renda fixa. Os maiores favorecidos pelo reajuste são as aplicações pós-fixadas, como os títulos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Bancário), que tem correlação com a Selic.

Segundo o economista e sócio da HCI Invest, Pedro Correa, a alta da Selic altera os valores de todos os títulos. Em entrevista para o portal E -Investidor, ele declarou:

“A alta da Selic proporciona ganhos maiores em todos os títulos. Vemos como uma janela muito boa as oportunidades de até dois anos em títulos atrelados à inflação frente a oportunidades mais longas em que os riscos de mercado podem ser maiores”

A Selic ainda vai subir?

De acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro de Capitais (Anbima) a Selic deve fechar o ano em 12,75%. Seguindo essa previsão, o Copom (Comitê de Política Monetária) ainda deve aumentar a taxa de juros em pelo menos 100 pontos-base (1%) na próxima reunião em maio.

Já a Ativa Investimentos e o BTG Pactual calculam que a taxa de juros deve bater seu pico em 13,25% ao ano, causada principalmente por uma inflação mais persistente no Brasil.

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Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

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