Recentemente um print viralizou nas redes sociais envolvendo Elize Matsunaga. A foto em questão revelava que a condenada estava trabalhando em um aplicativo de transporte. Assim, a situação chocou muita gente e dividiu opiniões na internet.
Elize Matsunaga pode ter usado documento falso para trabalhar em empresa
Após polêmicas com aplicativos de transporte, Elize Matsunaga pode ter usado documento falso para trabalhar em empresa.
Após o ocorrido, a Maxim, empresa de transporte por aplicativo, confirmou que Elize faz parte da equipe de motoristas e que possui uma boa avaliação. Além disso, a companhia ainda salientou que não exige ficha criminal para cadastros de novos parceiros e que acredita na reinserção de ex-detentos na sociedade.
Apesar disso, Elize foi indiciada por uso de documento falso para arrumar emprego na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo. O ocorrido pode acabar afetando a pena da detenta, que cumpre em liberdade condicional.
Elize usou documentos falsos?
Como dito acima, Elize Matsunaga recebeu uma acusação da Polícia Civil por uso de documento falso na cidade de Sorocaba. Desse modo, Guilherme Derrite, secretário da Segurança Pública de São Paulo, confirmou, em seu perfil no Twitter, que o inquérito de fato foi aberto.
Sendo assim, o objetivo é apurar o caso para descobrir se o documento é falso ou não, isso porque de acordo com a investigação a condenada teria usado documentação falsa para conseguir emprego em uma empresa que exigia uma ficha sem antecedentes criminais.
A denúncia do caso, segundo a nota da SSP, foi anônima e revelou ao órgão sobre a falsificação de documentos. Com isso, a polícia conseguiu identificar que “uma egressa do sistema prisional estava utilizando um atestado de antecedentes criminais falsificados”. Conforme o advogado da condenada, a acusação é falsa.
O que aconteceu com a detenta?
Como Elize supostamente violou as regras do regime aberto, a Justiça pode acabar optando por colocá-la de volta na prisão. Assim, Elize foi detida em Franca e foi para a delegacia de Sorocaba para prestar depoimento sobre a situação.
Ela negou as acusações e logo em seguida conseguiu ir embora, mas seu notebook e celular ficaram com a polícia.
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Condenação
Elize Matsunaga inicialmente precisava cumprir 19 anos e 11 meses de prisão por assassinar o marido e herdeiro do grupo Yoki, Marcos Kitano Matsunaga. Contudo, em 2019, sua pena foi reduzida pelo STF (Supremo Tribunal de Justiça) para 16 anos e 3 meses.
Assim, desde maio do ano passado ela está em liberdade condicional, mas já cumpriu a pena em regime fechado no presídio de Tremembé (SP), durante 10 anos.
Imagem: Divulgação/Netflix
