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Uber e 99 negam que Elize Matsunaga seja motorista cadastrada

As plataformas de transporte negam que Elize Matsunaga faça parte da equipe de motoristas. Veja a repercussão do caso.

VictóriaPor Victória3 min de leitura
Imagem de Elize Matsunaga com roupa preta diante de um cenário preto

Nesta quinta-feira (23), usuários de aplicativos de transporte publicaram nas redes sociais um suposto cadastro de Elize Matsunaga como motorista na cidade de Franca, em São Paulo. Ela foi condenada em 2012 pelo assassinato de seu marido, o herdeiro do grupo Yoki Alimentos, Marcos Kitano Matsunaga.

Desde então, Matsunaga cumpre pena em liberdade condicional e busca a ressocialização no mercado de trabalho usando seu nome de solteira. Apesar da polêmica, tanto a Uber quanto a 99 negaram que ela faça parte do grupo de motoristas. 

Posicionamento das plataformas

De acordo com as imagens que circularam nas redes sociais, ele dirigia um Honda Fit usando seu nome de solteira, Elize Araújo Giacomini. Ela estaria trabalhando em três plataformas de transporte: a 99, Uber e Maxim. 

Ao UOL, a Uber afirmou que não existe nenhuma conta cadastrada no nome da criminosa. A 99 também negou a participação de Elize na companhia.

Contudo a Maxim, uma plataforma menor, com sede administrativa no Acre, ainda não se posicionou sobre o caso. Além disso, o UOL falou com os advogados de Elize, que até o momento não se manifestaram.

Repercursão nas redes sociais 

A foto de Elize nas plataformas foram repassadas ao jornalista e biógrafo Ulisses Campbell, autor do livro “Elize Matsunaga – A mulher que esquartejou o marido”. De acordo com ele, os passageiros afirmam que a mulher tem uma nota 4.8 e é “gente boa e agradável”. 

Além disso, os supostos passageiros disseram, de acordo com Campbell, que ela não fala sobre o crime e que teve uma boa recepção dos passageiros, que apoiam sua ressocialização. O caso repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões, confira:

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Condenação

Elize Matsunaga recebeu uma condenação de 19 anos e 11 meses de prisão por assassinar o marido. Contudo, em 2019, sua pena foi reduzida pelo STF (Supremo Tribunal de Justiça) para 16 anos e 3 meses. 

Assim, desde maio do ano passado ela está em liberdade condicional, mas já cumpriu pena em regime fechado no presídio de Tremembé (SP) por dez anos. 

Imagem: Divulgação / Netflix

Victória

Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

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