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Em meio a protestos, Câmara exclui estes trabalhadores do reajuste salarial

Nesta terça-feira (6), a Câmara aprovou um reajuste salarial de quase 20% aos trabalhadores, porém excluiu estes profissionais. Confira!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Mão segurando notas de 200, 100 e 50 reais

Os professores da rede municipal de Duque de Caxias, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, estão em greve desde o dia 25 de maio, reivindicando reajuste salarial, concursos públicos e melhorias nas salas de aula.

Assim, na última terça-feira (6), os profissionais da educação, durante a votação de projeto com sugestão de reajuste salarial de 19,59% aos servidores municipais, realizaram um ato na Câmara dos Vereadores.

A proposta do reajuste foi feita pelo presidente da Casa, Celso do Alba (MDB) e pelo vereador Alex Freitas (Solidariedade) e foi aprovada em sessão plenária na terça e agora segue para a sanção ou veto do prefeito Wilson Reis (MDB).

Professores insatisfeitos com o reajuste salarial

A aprovação do reajuste salarial aos servidores públicos de Duque de Caxias na Câmara dos Vereadores causou ainda mais indignação dos professores, que acompanharam a votação e alegam que já estão há mais de sete anos sem aumento. Portanto, a porcentagem seria insuficiente para a categoria, que quer que o piso nacional do magistério seja adotado (R$ 4.420,55).

Maria Cândida Almeida, que integra a diretoria do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) afirmou ao jornal EXTRA que a prefeitura não recebe nem negocia com a categoria, sendo que a comunicação se resume apenas em boletins oficiais publicados nas redes sociais, o que o sindicato não considera como diálogo.

Outras reivindicações

Além do reajuste salarial de acordo com o piso nacional do magistério, os professores também reivindicam:

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  • Abertura de concurso público;
  • Calendário de pagamento;
  • Material pedagógico;
  • Melhora na infraestrutura das salas de aula;
  • Recursos básicos como merenda e papel higiênico;
  • Uniforme para alunos.

Uma assembleia geral está marcada para esta quarta-feira (7), onde os profissionais da educação irão decidir os rumos do movimento, se continuarão em greve e quais as próximas ações a serem tomadas.

Imagem: Rafapress / Shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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