A pensão por morte é um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que garante um valor mensal para os dependentes do segurado falecido. No entanto, o tempo que o beneficiário vai ter acesso ao auxílio varia a depender de alguns critérios.
Em qual caso o pagamento da pensão por morte dura somente 4 meses?
Existem situações que fazem o pagamento da pensão por morte durar somente o período de 4 meses; você sabe quando isso acontece?
Sendo assim, existem casos em que a pensão por morte pode durar apenas o período de quatro meses. O que acontece é que leva-se alguns fatores em consideração na hora de estabelecer a duração do benefício, como tempo de contribuição do falecido e idade do sobrevivente.
Pensão por morte: duração de quatro meses
Antes de mais nada, cônjuges e filhos são os primeiros na linha de recebimento de benefício. Existem critérios diferentes para determinar por quanto tempo receberá cada um destes. O recebimento de apenas quatro meses pode ser aplicado no caso do cônjuge.
Isso ocorre em duas situações: uma delas é quando o falecido não cumpre o mínimo de 18 contribuições ao INSS; a outra, é quando – mesmo tendo a carência cumprida – o tempo de casamento ou união ser inferior a dois anos. Dessa forma, nesses dois casos, a pensão dura somente quatro meses.
E quem não estiver nessas condições?
Mas e se o falecido tiver cumprido a carência e o casamento ou união já tiver mais de dois anos de duração? Nesse caso, o tempo de recebimento do benefício do cônjuge é determinado com base na idade dele. Veja:
- Menos de 22 anos – 3 anos de duração;
- Entre 22 e 27 anos – 6 anos de duração;
- Entre 28 e 30 anos – 10 anos de duração;
- Entre 31 e 41 anos – 15 anos de duração;
- 42 e 44 anos – 20 anos de duração;
- Mais de 45 anos – vitalícia.
E para os filhos?
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
No caso dos filhos, a pensão sempre acaba quando se completa 21 anos de idade. O valor é então cortado de forma automática. Existe, no entanto, uma exceção. Isso é quando o filho possui algum tipo de deficiência.
Filhos com deficiências físicas ou mentais incapacitantes podem receber o benefício de forma vitalícia, ou por quanto se estenda a enfermidade. Isso deve ser atestado junto ao INSS.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
Pode ser do seu interesse:
