A empresa de criptomoedas Braiscompany é alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (16). A ação tem como objetivo combater crimes praticados contra o sistema financeiro e o mercado de capitais no país.
Empresa de criptomoedas é alvo de operação da PF
Investigações identificaram movimentação de R$ 1,5 bilhão em ativos digitais nas contas dos suspeitos da empresa de criptomoedas
De acordo com as investigações, a empresa é suspeita de aplicar golpes milionários com criptomoedas. A Braiscompany captava investidores com a divulgação de rendimentos mensais de 8% em investimentos em criptoativos, taxa considerada utópica diante dos números do mercado.
Os clientes da empresa transformaram o dinheiro e criptomoedas. A Braiscompany “alugava” os ativos, que permaneciam sob sua gestão durante um ano. Após o período, os investidores recebiam os valores corrigidos.
Operação da PF ocorre na sede da empresa de criptomoedas e em condomínio fechado
A operação da Polícia Federal contra a Braiscompany ocorre na sede da empresa e em um condomínio fechado, localizado em Campina Grande, na Paraíba. Além disso, duas das filiais da empresa, em João Pessoa e São Paulo, também são alvos da ação.
Ao todo, a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária. Contudo, os agentes não conseguiram encontrar os dois sócios investigados.
Investigações identificaram movimentação de R$ 1,5 bilhão em criptomoedas
As investigações da Polícia Federal identificaram a movimentação de R$ 1,5 bilhão em criptomoedas nas contas dos sócios da Braiscompany, nos últimos quatro anos. Os suspeitos estão foragidos.
Embora a PF não tenha divulgado o nome dos suspeitos investigados, os únicos sócios registrados no CNPJ da companhia são Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos.
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MPPB abre investigação contra Braiscompany
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu uma investigação contra a Braiscompany no dia 26 de janeiro para investigar as denúncias realizadas contra a companhia. A empresa de criptomoedas é acusada de atrasar o pagamento de locação de criptoativos para os clientes.
Imagem: Chinnapong/shutterstock.com
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