Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Empresa de segurança é acusada de dar calote em centenas de funcionários

Empresa de segurança que trabalhava para prefeitura de São Paulo deixa de pagar mais de 300 funcionários. Entenda o caso.

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Carteira de Trabalho ao lado de notas e moedas de real

Mais de 300 funcionários de uma empresa de segurança, que prestava serviço para a Prefeitura de São Paulo, estão sem receber os seus pagamentos. De acordo com os ex-colaboradores, a Centurion não está cumprindo com os acordos feitos e alega não ter dinheiro para fazer os pagamentos. 

A Centurion Segurança prestou serviços de vigilância por cinco anos para a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), de novembro de 2017 a novembro de 2022. Entretanto, ela não ganhou a licitação para o serviço feita no ano passado. 

Com isso, a empresa de segurança mandou embora 384 funcionários, sendo que, alguns deles tinham mais de 20 anos de trabalho dedicados à Centurion. Por isso, foi feito um acordo de pagamento em parcelas da multa rescisória a cada um dos funcionários. 

Empresa de segurança dá calote em vigilantes

Quando a empresa demitiu os mais de 300 funcionários, o Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilância, Segurança e Similares de São Paulo (SEEVISSP), mediou um acordo entre os vigilantes e a Centurion. 

Nele ficou estabelecido que a empresa de segurança pagaria as verbas rescisórias em 10 parcelas, começando em dezembro de 2022. Contudo, os ex-funcionários reclamam que foi realizado apenas o pagamento da primeira parcela. 

Assim, todos os dias um grupo de vigilantes se reúnem na porta da empresa para protestar e exigir que a Centurion cumpra com o acordado. No entanto, a resposta padrão da empresa é que não possui dinheiro para arcar com as verbas rescisórias dos antigos colaboradores. 

Segundo os manifestantes, o máximo que acontece é a empresa de segurança fazer uma lista com os nomes das pessoas reunidas na sua porta e a promessa de fazer os repasses para esse grupo. 

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Sindicato não quer acionar a justiça

O SEEVISSP diz que ainda quer resolver a situação de forma administrativa, já que considera essa uma forma mais rápida de solucionar o problema. Portanto, os funcionários que quiserem entrar com uma ação na Justiça devem fazer isso de forma individual. 

Imagem: Gustavo Mello/shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

Topicos relacionados