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Empresa de veículos elétricos pede falência no Brasil; entenda

Após não cumprir com plano de recuperação judicial, empresa de veículos pede falência no Brasil. Saiba mais.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Cofre em formato de porco com olhos fechados posicionado de cabeça para baixo sobre uma superfície, fazendo alusão à falência

Na última segunda-feira (6), a empresa de aluguel de bicicletas e patinetes elétricos Grow pediu falência no Brasil. O decreto foi firmado pela Justiça de São Paulo após a companhia não conseguir cumprir com o plano de recuperação judicial.

A decisão foi tomada pelo juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. Continue a leitura para saber mais sobre a situação da Grow.

Justiça decreta falência de empresa de veículos elétricos

Capacete branco preso em volta de um patinete
Imagem: Marlon Trottmann / Shutterstock.com

De acordo com a empresa, a sentença da falência veio após a companhia não poder honrar com o pedido de recuperação judicial “por circunstâncias alheias à sua vontade”. Ainda segundo a Grow, não há expectativas quanto a uma possível retomada de suas operações.

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Com a falência da empresa de patinetes e bicicletas elétricas, os credores passam a ter seus direitos e garantias reconstituídos nas condições originais. Além disso, devem ser deduzidos os valores pagos.

Para que as dívidas da empresa em falência sejam quitadas, o administrador judicial terá o prazo de 180 dias para realizar a avaliação e a venda dos bens da Grow.

Saiba mais sobre a companhia 

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A empresa, que nasceu da fusão de duas outras companhias, a Grin e a Yellow, surgiu em 2019. No mesmo ano, a Grow alcançou o auge de sua operação.

Ao longo de seu período em atividade, a companhia enfrentou dificuldades em relação a furtos e vandalismo de seus veículos. Em 2020, a Grow encerrou as operações com bicicleta, mantendo apenas os patinetes elétricos, que atendiam as cidades de Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

A crise se intensificou ao longo da pandemia devido à redução drástica da mobilidade urbana. Desse modo, em julho de 2020 foi iniciado o pedido de recuperação judicial que não viria a ser cumprido.

Imagem: Andrii Yalanskyi / Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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