A Justiça decretou a falência da Grow na última segunda-feira (6). A empresa ficou conhecida entre os brasileiros pelo aluguel de bicicletas e patinetes elétricos nas principais avenidas do Brasil entre os anos 2018 e 2019.
Grow tem falência decretada pela Justiça
A Justiça de São Paulo decretou a falência da Grow, conhecida por suas bicicletas e patinetes elétricos. Confira!
Dessa forma, a companhia não cumpriu as condições estabelecidas na recuperação judicial, além da falta de expectativa em retomar as atividades. Leia mais informações sobre a crise da Grow a seguir.
Justiça decreta falência da Grow nesta semana

A falência da empresa partiu da Justiça de São Paulo, através da decisão do juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. Logo, a Grow declarou que “por circunstâncias alheias à sua vontade” não conseguiu cumprir com o acordo na recuperação judicial.
Sendo assim, para quitar as dívidas da empresa, o administrador judicial deve avaliar e vender os bens da massa falida em até 180 dias. Ainda, ele deverá apresentar um plano detalhado ao juiz em relação à conversão dos bens do devedor em dinheiro.
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Com a falência da Grow, portanto, os credores terão seus direitos e garantias reconstituídos da forma como foram contratados. Logo, haverá a dedução dos valores pagos e preservação dos atos praticados durante a recuperação judicial.
Sobre o serviço da Grow
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Fundada por Ariel Lambrecht, Eduardo Musa e Renato Freitas, em 2017, a empresa surgiu com a fusão das empresas Grin e Yellow. Ela fornecia bicicletas e patinetes elétricos para aluguel nas vias públicas. Logo, o usuário poderia desbloquear esses meios de transporte por um aplicativo. A ferramenta possuía um cronômetro que fazia o cálculo do preço com base no tempo de uso.
O fim dessa operação no Brasil se deu em 2020. Na época, a justificativa era de que essa seria uma decisão temporária para reorganizar a startup. Porém, o período da pandemia agravou a crise da empresa, que entrou com pedido de recuperação judicial em julho daquele ano. Assim, 3 anos depois, a falência da Grow é decretada.
Imagem: Divulgação / Grow
