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Empresa mundialmente conhecida pede proteção contra falência

Gigante empresa reconhecida mundialmente entrou, nesta semana, com pedido de proteção contra falência. Clique e entenda o caso!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Imagem de um cofre, em formato de porco, quebrado por um malhete.

Uma das maiores empresas do ramo imobiliário do mundo solicitou, na última quinta-feira (17), proteção contra pedidos de falência de seus credores. A incorporadora imobiliária também é conhecida como a mais endividada do mundo, e mostra o reflexo da crise presente no país.

A China Evergrande solicitou a proteção em tribunais dos Estados Unidos, a fim de se proteger durante o seu processo de reestruturação. A ideia é que os credores não possam entrar com pedidos de falência ou bloquear seus ativos no país.

Entenda o pedido de proteção da Evergrande

Imagem de um cofre, em formato de porco, quebrado por um malhete.
Imagem: ADragan/ Shutterstock.com

A gigante chinesa está enfrentando problemas no setor imobiliário de seu país – e há desconfiança de que a situação se agrave para outros setores da economia. Isso porque, desde 2021, quando a crise se iniciou, diversas empresas do ramo acabaram entrando em default – ou moratória.

A Evergrande possui, atualmente, US$ 330 bilhões (R$1,7 trilhões) em dívidas – desde 2021, os “calotes” no pagamento das dívidas se desenrolaram em outros “calotes” em construtoras. Isso resultou em diversas residências da China sem finalizar a construção. A dívida equivale a 2% do PIB do país.

Ainda que em março deste ano a empresa, a fim de prevenir os pedidos de falência, tenha apresentado um plano de reestruturação, seus números ainda deixam os investidores preocupados. Seu prejuízo entre 2021 e 2022 foi de US$ 81 bilhões.

Veja posicionamento da empresa

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Para a Bolsa de Valores de Hong Kong, a empresa declarou que “deseja esclarecer que está levando à diante sua reestruturação da dívida offshore conforme previsto. A solicitação é um procedimento normal e não indica pedido de falência”, garantiu.

Como parte de seu plano, a ideia é que ela consiga retornar às operações em 3 anos, mas com um financiamento de até US$ 43,7 bilhões. Para o seu nicho de carros elétricos, teve aporte de US$ 500 milhões do grupo NWTN, em troca de 28% de participação.

Imagem: ADragan/ Shutterstock.com

Amanda Sampaio

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Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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