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Empresas tomam iniciativa e decidem liberar funcionários

A iniciativa busca apoiar mulheres e mostrar que as políticas aplicadas nas empresas são praticadas e levadas a sério. Veja!

Victoria AmaralPor Victoria Amaral2 min de leitura
Três pessoas, um homem e duas mulheres, olhando a tela de um notebook e sorrindo

O futebol feminino está cada dia mais se tornando popular e recebendo o reconhecimento que merece. Um exemplo disso é a previsão de uma portaria do governo federal que dará aos brasileiros ponto facultativo nos dias de jogos da seleção feminina de futebol na Copa do Mundo de 2023. 

Seguindo essa iniciativa, que nunca havia acontecido em outras edições do mundial, algumas empresas decidiram liberar os funcionários para que eles possam acompanhar o time brasileiro durante os jogos que acontecerem em horário de trabalho. Assim, saiba quais são elas. 

Astellas

Pela primeira vez, a farmacêutica Astellas irá liberar seus funcionários para assistirem às partidas de futebol da seleção feminina em copas do mundo. Nesse sentido, o anúncio foi feito com uma mensagem que mostra que o apoio às jogadoras busca mostrar a coerência com as políticas de diversidade. 

De acordo com Lais Mastantuono, parceira estratégica de negócios de RH para a Brasil & Latam, esse apoio é uma iniciativa de conscientização para a equidade. Ela destaca que, na companhia, 65% das funcionárias são mulheres, e elas representam 59% dos cargos de liderança. 

Além disso, Lais também fala que isso só foi possível graças à construção de um ambiente de trabalho em que há diversidade e segurança para impulsionar as mulheres da empresa. 

Boticário

Essa copa do mundo feminina marca a segunda vez em que o Grupo Boticário libera seus colaboradores para acompanharem as jogadoras brasileiras. A corporação já se mostra ativa no apoio às mulheres relatando histórias de muitas delas na editoria “Camisa 10”, na internet. 

Fabiana de Freitas, vice-presidente do jurídico da empresa, afirma que 60% dos funcionários são mulheres e que elas ocupam 40% da liderança da companhia. Ademais, ela diz que o grupo dá preferência por mulheres em áreas culturalmente ocupadas por homens.

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“Buscamos colaboradoras que com seu trabalho inspirem e impactam positivamente outras mulheres. […] O intuito é mostrar o quão capazes e habilidosas as mulheres podem ser”, diz Fabiana. 

Além dessas empresas, a Pague Menos, a Bimbo Brasil e a Ingredion também vão liberar seus colaboradores nos dias dos jogos. Na Siemens Energy e Sodexo, as partidas serão transmitidas com comidas e bebidas. 

Imagem: fizkes / shutterstock.com

Victoria Amaral

Autor

Victoria Amaral

Estudante de Jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

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