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Enfermeiros vão parar amanhã e serviços ficarão comprometidos

Ação busca pressionar o STF a agilizar a votação do novo piso salarial da categoria. Julgamento deve ser finalizado nesta semana. Veja mais!

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
Enfermeiros com os braços cruzados indicando greve da área

Profissionais da enfermagem vão intensificar suas ações para que um desejo antigo da categoria seja atendido. Técnicos e auxiliares de enfermagem da rede pública e privada do Rio de Janeiro farão uma paralisação na próxima quinta-feira (29). A manifestação tem como objetivo pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a aprovar o piso salarial da categoria.

Já no Distrito Federal, profissionais da área realizaram um ato na manhã desta quarta-feira (28) na Esplanada dos Ministérios. No município, os postos de saúde abriram sem nenhum enfermeiro presente. Por isso, serviços de vacinação e de atendimento ficaram comprometidos. Nas UTIs, e pronto-socorros, apenas 30% dos trabalhadores estão em atividade.

Enfermeiros em greve

A paralisação no estado do Rio de Janeiro terá duração de 48 horas. Na capital, uma manifestação acontecerá em frente ao Hospital dos Servidores, no Centro. Após o ato, os profissionais da saúde farão uma caminhada até a sede da Prefeitura do Rio.

A lei aponta que técnicos de enfermagem devem, no mínimo, receber 70% do salário do enfermeiro, o que corresponde a R$ 3.325. Enquanto auxiliares de enfermagem e parteiras têm direito a receber 50% do piso, correspondente a R$ 2.375. Outras cidades também irão aderir à paralisação, já que o SindEnfermeiro orientou que os profissionais da área parassem as atividades até às 7h de quinta (29).

Piso salarial da enfermagem

O relator do processo no Supremo, ministro Luís Roberto Barroso, votou para estabelecimento imediato das regras do novo piso salarial da categoria. O caso teve início em maio, no entanto, ainda não houve uma definição. Desde então, por duas vezes houve pedido de vista, o que interrompeu a votação.

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O julgamento então foi retomado na última sexta-feira (23). O relator e outros dois ministros já votaram a favor da nova regra. Edson Fachin votou contra, e os sete ministros restantes devem declarar seus votos até o final desta semana, no plenário virtual do STF.

Imagem: CCL STUDIO/ Shutterstock

Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

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