A população precisa ficar atenta aos serviços de saúde nos próximos dias. Isso porque os enfermeiros vão parar em protesto contra a demora do pagamento do piso salarial da categoria. Atualmente, a decisão está em julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).
Enfermeiros vão PARAR de trabalhar esta semana; entenda
Enfermeiros vão PARAR em protesto contra a demora do governo em tomar decisão importante para categoria. Clique para entender!
Em 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro assinou a lei que cria o piso salarial da enfermagem. Entretanto, falhas no texto fizeram com que o STF suspendesse a medida. Agora, o Tribunal está votando para determinar como será a aplicação da lei para esse grupo de trabalhadores.
Diante da situação e de entenderem que correm o risco de ficar sem o aumento prometido, os sindicatos de todo o país estão organizando uma manifestação conjunta. Assim, os enfermeiros vão parar essa semana, entre os dias 28 e 30 de junho.
Enfermeiros vão parar em dias diferentes
De acordo com a organização nacional da categoria, a ideia é fazer uma paralisação de 24 horas, sendo que ela pode se tornar indeterminada, dependendo do resultado do julgamento do STF. A ideia é pressionar governo e judiciário a liberarem o novo salário.
Em Brasília, por exemplo, a paralisação começa no dia 28 e vai até o dia 29. Na quarta-feira, irá acontecer uma manifestação ao lado do Ministério da Saúde. Em Minas Gerais, os enfermeiros vão parar no dia 29 de junho.
Já em São Paulo, a greve vai acontecer no dia 30, mesma data em que vai terminar o julgamento do STF. Dessa forma, a categoria pode manter a paralisação se considerar que o resultado não foi favorável para os profissionais.
Somente atendimento de emergência
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Como os enfermeiros vão parar, apenas os atendimentos essenciais e de emergência continuarão acontecendo. Por exemplo, os funcionários continuarão atuando em Centros Cirúrgicos, Prontos Socorros, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), SAMU, Centros Obstétricos e de Material Esterilizado.
As demais atividades, como Unidades Básicas, Policlínicas e ambulatórios, não contarão com esses profissionais nos dias das paralisações.
Imagem: Monkey Business Images / Shutterstock.com
