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Esse investimento pode substituir a poupança e te fazer ganhar mais; confira

Saiba qual investimento pode render mais do que a poupança e é igualmente seguro! Confira diferenças entre os dois e suas vantagens.

Liliana LuísaPor Liliana Luísa3 min de leitura
mãos de homem de terno segurando notas de R$ 100, R$ 50, R$ 20 e R$ 10

Muitas pessoas desejam fazer seu dinheiro render mais, mas nem sempre é fácil escolher o melhor investimento para o seu perfil. Uma dúvida comum é decidir entre o Certificado de Depósito Bancário (CDB) e a poupança. Fazer a escolha certa dependerá de entender as diferenças entre as modalidades.

Antes de começar a comparar as opções, é importante lembrar que poupar não é o mesmo que investir. Poupar significa economizar dinheiro, enquanto investir é fazer com que suas economias cresçam.

De forma geral, a poupança é uma opção considerada segura, com liquidez imediata e quase nenhum risco. Entretanto, seu rendimento costuma ser baixo. O CDB, por outro lado, pode ter lucros superiores e, se escolhido de acordo com o seu perfil de investidor, ser uma opção mais rentável.

Entendendo a poupança

Esta é uma conta bancária bastante popular no Brasil, em grande parte pela sua segurança e sua liquidez. Ela foi criada em 1861 e oferece a mesma rentabilidade em todas as instituições financeiras que a disponibilizam. Portanto, é comum que muitas pessoas utilizem dela para guardar e poupar dinheiro.

O rendimento dela está atrelado à Taxa Selic e à Taxa Referencial (TR). As regras de rentabilidade foram modificadas em maio de 2012, fazendo com que ela passe a render de acordo com o seguinte critério:

  • Quando a Selic for superior a 8,5% ao ano, a poupança renderá 0,5% ao mês + TR.
  • Quando a Selic for igual ou inferior a 8,5% ao ano, a poupança renderá 70% da Selic + TR.

Uma opção segura: o CDB

Este é um tipo de investimento de renda fixa, no qual o investidor empresta dinheiro para o banco e, em troca, recebe juros na data de vencimento do título. Existem diferentes tipos, com prazos e taxas de juros distintas, além de modalidades que podem ser resgatadas a qualquer momento ou apenas após um período determinado.

Eles estão sujeitos à tributação do IR, que incide apenas sobre os lucros e varia, de acordo com o tempo de aplicação, de 22,5% a 15%. Isso é uma diferença importante em relação à poupança, que é isenta de Imposto de Renda.

O rendimento do Certificado pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido, combinando características dos dois anteriores. No geral, CDBs com rentabilidade de 100% do CDI ou mais costumam ser mais interessantes, já que apresentam retornos maiores.

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Faça esta comparação antes de escolher

Para decidir entre os dois, é importante analisar o quanto rende cada uma das modalidades, bem como o perfil e objetivos do investidor. A segunda pode ser uma opção mais adequada para quem busca segurança, liquidez e isenção de Imposto de Renda. No entanto, a rentabilidade talvez seja menor do que a oferecida pelos Certificados.

Já os CDBs geralmente são mais rentáveis, principalmente se há expectativa de alta na taxa de juros. Eles costumam oferecer maiores rendimentos, mas é fundamental considerar a tributação e o risco associado à instituição emissora.

Por fim, vale mencionar que ambos contam com a segurança do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que protege o investidor em caso de falência do banco emissor. Ele garante o ressarcimento de até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira, com limite de R$ 1 milhão por CPF.

Imagem: Fred Cardoso / Shutterstock.com

Liliana Luísa

Autor

Liliana Luísa

Formada em Letras, Liliana é uma profissional com 10 anos de experiência no mercado de trabalho, atuando como revisora e redatora.

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