A numismática é uma paixão compartilhada por colecionadores e entusiastas em todo o mundo. Por trás dessa arte de colecionar moedas e notas, esconde-se um universo repleto de histórias cativantes e fenômenos surpreendentes.
Esta nota pode valer 200 vezes mais que o valor original; veja se você tem uma guardada
Alguns detalhes fazem com que algumas notas sejam muito valiosas; esta, especificamente, vale 200 vezes a mais que o valor original. Confira!
Entre eles, está o caso das notas de R$ 1 que ao longo do tempo ganharam um valor até 200 vezes maior que o original. Nesse ponto, devemos destacar que ela saiu de circulação há 18 anos.
Portanto, a escassez dessa nota específica desperta o interesse de colecionadores, investidores e entusiastas da numismática, que veem nessa raridade uma oportunidade única de agregar valor ao seu acervo.
Qual nota de R$ 1 pode ser vendida a R$ 200?
Um dos exemplos mais notáveis na numismática brasileira é a nota de 1 Real de 1996, assinada por Pedro S. Malan e Gustavo Loyola. Essa nota de um real, específicamente, tornou-se um exemplar raro e altamente valorizado.
Além das ilustres assinaturas, essas notas de um real possuem um número de identificação que varia entre 001 e 0072. Esse intervalo limitado de numeração permite uma diferenciação clara entre os exemplares, tornando cada nota singular, a partir de uma sequência numérica.
Além disso, outro aspecto distintivo presente nas cédulas é a inclusão das letras “BA” no registro de série. Essas letras são atribuídas à casa da moeda responsável por sua produção.
De quem são essas assinaturas que agregam valor à nota?
Por um lado, Pedro S. Malan foi presidente do Banco Central entre 1993 e 1994. Ademais, é importante lembrar que 1994 foi ano do Plano Real, que trocou a moeda do Brasil para o real, que usamos até hoje.
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Nesse sentido, a gestão presidencial da época buscava controlar uma crise hiperinflacionária e o plano traçado mostrou resultados positivos ao longo dos anos. Além disso, ele também foi ministro da Fazenda entre 1995 e 2022.
Já Gustavo Loyola, por sua vez, é um importante ícone no que diz respeito aos assuntos econômicos. Inclusive, em 2014, ganhou o prêmio de Economista do Ano da Ordem dos Economistas do Brasil.
Por fim, além de ter sido presidente do Banco Central no governo de Itamar Franco (o mesmo que implementou o Plano Real), ele também esteve nesse cargo durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
