Inegavelmente, manter um veículo em bom funcionamento é o segredo para evitar problemas quanto à segurança dos passageiros. Ademais, verificar a eficiência das peças é essencial para economizar com manutenções emergenciais. No entanto, muitos brasileiros preferem fazer algumas remendos para consertar os problemas.
Estas gambiarras podem estar acabando com seu carro
Remendos locais e temporários podem comprometer o funcionamento dos automóveis. Confira as práticas mais comuns e suas consequências.
Antes de tudo, vale salientar que substituir os componentes originais por adaptações de menor qualidade pode ser uma armadilha. Ao fazer isso, o proprietário abre mão da garantia da concessionária e da montadora. Sem contar que as “novas peças” podem danificar o veículo no curto, médio e longo prazo. Confira, a seguir, quais são as gambiarras que podem colocar em risco a integridade do seu carro.
Gambiarras dos freios aos pneus
Primeiramente, vamos falar de um item primordial de todo carro: o sistema de frenagem. Após percorrer uma quilometragem específica, descrita no manual do fabricante, o motorista deve substituir as pastilhas de freio. Porém, alguns preferem retificar os discos, o que pode provocar rachaduras e quebras ao acionar os freios.
Não é preciso dizer que manter os pneus na calibragem correta é o mais recomendado. Ainda assim, para economizar dinheiro muitos optam por frisar a borracha. Em outras palavras, aprofundam os sulcos a fim de ganhar mais alguns quilômetros. A prática, contudo, aumenta a chance do pneu estourar no meio da estrada e compromete a estabilidade do automóvel.
Outras práticas perigosamente comuns
Dos pneus às rodas. Condutores do Brasil inteiro têm o costume de danificar a lataria do veículo nas ruas e rodovias. Quando as avarias são nas rodas, muitos se equivocam ao acreditar que um simples martelo pode resolver o problema. Martelar o metal compromete sua estrutura, ocasionando possíveis acidentes.
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Do mesmo modo, outra gambiarra recorrente é trocar os fusíveis por parafusos. Essa artimanha funciona por um tempo, mas pode gerar superaquecimento e risco de incêndio. Por fim, colocar água da torneira no radiador é mais uma prática perigosa. Os aditivos auxiliam no bom funcionamento do motor. O cloro (presente na água), em contrapartida, corrói as peças metálicas.
Imagem: Ground Picture / shutterstock.com
