Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Estas gambiarras podem estar acabando com seu carro

Remendos locais e temporários podem comprometer o funcionamento dos automóveis. Confira as práticas mais comuns e suas consequências.

Avatar de Guilherme Tirelli Guilherme Tirelli · · 2 min de leitura
Mecânico vestido de azul em baixo de carro que está suspenso em um elevador, enquanto realiza alguma manutenção no veículo

Inegavelmente, manter um veículo em bom funcionamento é o segredo para evitar problemas quanto à segurança dos passageiros. Ademais, verificar a eficiência das peças é essencial para economizar com manutenções emergenciais. No entanto, muitos brasileiros preferem fazer algumas remendos para consertar os problemas.

Antes de tudo, vale salientar que substituir os componentes originais por adaptações de menor qualidade pode ser uma armadilha. Ao fazer isso, o proprietário abre mão da garantia da concessionária e da montadora. Sem contar que as “novas peças” podem danificar o veículo no curto, médio e longo prazo. Confira, a seguir, quais são as gambiarras que podem colocar em risco a integridade do seu carro.

Gambiarras dos freios aos pneus

Primeiramente, vamos falar de um item primordial de todo carro: o sistema de frenagem. Após percorrer uma quilometragem específica, descrita no manual do fabricante, o motorista deve substituir as pastilhas de freio. Porém, alguns preferem retificar os discos, o que pode provocar rachaduras e quebras ao acionar os freios.

Não é preciso dizer que manter os pneus na calibragem correta é o mais recomendado. Ainda assim, para economizar dinheiro muitos optam por frisar a borracha. Em outras palavras, aprofundam os sulcos a fim de ganhar mais alguns quilômetros. A prática, contudo, aumenta a chance do pneu estourar no meio da estrada e compromete a estabilidade do automóvel.

Outras práticas perigosamente comuns

Dos pneus às rodas. Condutores do Brasil inteiro têm o costume de danificar a lataria do veículo nas ruas e rodovias. Quando as avarias são nas rodas, muitos se equivocam ao acreditar que um simples martelo pode resolver o problema. Martelar o metal compromete sua estrutura, ocasionando possíveis acidentes.

Do mesmo modo, outra gambiarra recorrente é trocar os fusíveis por parafusos. Essa artimanha funciona por um tempo, mas pode gerar superaquecimento e risco de incêndio. Por fim, colocar água da torneira no radiador é mais uma prática perigosa. Os aditivos auxiliam no bom funcionamento do motor. O cloro (presente na água), em contrapartida, corrói as peças metálicas.

Imagem: Ground Picture / shutterstock.com

Compartilhar
Seu Crédito Digital

Descubra tudo que você tem direito

Benefícios, crédito e dinheiro esquecido: veja as ofertas e ferramentas que separamos para o seu perfil.