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Estimativa de queda da inflação é OTIMISTA no governo Lula; veja

O relatório Focus, do Banco Central, divulgou nesta segunda-feira (29) queda da inflação e faz projeções esperançosas. Entenda.

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Selic

O Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (29), a projeção de uma queda da inflação maior do que o previsto pelo Governo. Novas informações de economistas e especialistas da área estimam que a redução da inflação vá de 5,80% a 5,71%.

Além disso, é possível que haja um crescimento ainda maior de atividades, garantindo alta do PIB. Essas informações estão no relatório Focus, divulgado pelo BC. Porém, mesmo com a queda, a inflação ainda está maior que o teto sugerido pelo governo, que foi fixada em 3,25%, podendo oscilar entre 1,75% e 4,75%.

Entenda a projeção do mercado de queda da inflação

Se estas projeções se confirmarem, o Brasil enfrentará o 3º ano seguido estourando a meta da inflação. Ou seja, pelo terceiro ano consecutivo, o IPCA ficará acima do que o governo colocou como teto. Em 2022, por exemplo, a inflação foi de 5,79%.

Dessa forma, quanto maior a inflação, menos poder de compra a população tem, principalmente a parcela de baixa renda. O valor dos produtos e serviços aumentam, mas o salário se mantém. No entanto, para 2024, a projeção dos especialistas é de queda da inflação, para 4,13%. A meta do governo é de 3%, mas considera-se cumprida com oscilação de 1,5% a 4,5%.

Outros indicadores do relatório Focus

Além de falar sobre uma projeção de queda da inflação, o relatório também traz dados sobre o crescimento interno do país. O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou na expectativa do mercado, de 1,20% para 1,26%.

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O cálculo do PIB é feito somando todos os bens e serviços produzidos internamente, e mede a evolução ano após ano. Em 2024, a projeção de crescimento ficou em 1,3%. Além disso, as projeções do Ministério da Fazenda são de 1,61% de expansão do PIB neste ano.

Já a taxa de juros, a Selic, está em 12,50% até o fim do ano. Para 2024, a projeção ficou estável, em 10% ao ano, que, assim como a inflação, seguirá em queda.

Imagem: Visuals6x/shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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