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EUA injeta mais de US$ 30 bi para novo banco não falir

Visando controlar a crise no setor financeiro, EUA e seus credores realizam aporte bilionário em outro banco. Saiba mais.

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
Imagem de notas de dólares americano

Desde o final da última semana, o setor financeiro global tem passado por momentos de instabilidade. O que não é à toa, afinal, no dia 10 de março de 2023, o Silicon Valley Bank (SVB), um dos principais bancos dos EUA, quebrou.

Ademais, algumas instituições financeiras estão vendo suas ações despencarem. Neste contexto, o First Republic Bank, um banco de porte médio da Califórnia, sofre com problemas de liquidez. Ou seja, é outro grupo norte-americano com risco de quebrar.

Para evitar o fim de outra instituição financeira e agravar, ainda mais, a crise no setor, o governo dos EUA, com seus principais credores, deve realizar um aporte de US$30 bilhões no intuito de reforçar o caixa do First Republic Bank.

Auxílio dos EUA

Com receio de uma nova quebra após os acontecimentos com o SVB e o Signature Bank, o governo dos EUA se reuniu com seus principais credores, incluindo JPMorgan Chase & Co e Morgan Stanley, visando amenizar a crise no sistema bancário dos Estados Unidos.

Vale destacar que a crise do First Republic Bank se intensificou após a quebra do Silicon Valley Bank. Isto é, as incertezas do mercado fizeram com que o grupo norte-americano sofresse com problemas de liquidez, uma vez que diversos clientes ficaram incertos com o futuro do banco. Dessa forma, muitos sacaram dinheiro, o que agravou ainda mais a situação da empresa.

Crise nos bancos dos Estados Unidos

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O SVB foi, até o momento, o auge da crise causada pela alta dos juros nos EUA. Este cenário fez com que os principais clientes da empresa, no caso as startups, passassem a ter menos investidores disponíveis.

Houve, assim, um efeito cascata, causando o fim do banco do Vale do Silício. Esta é a maior quebra de um banco dos EUA desde a crise da subprimes, em 2008. Em suma, tal cenário causa tensão tanto no mercado norte-americano, quanto global. Exemplo disso são as diversas instituições financeiras que tiveram quedas em suas ações ao longo desta semana.

Imagem: RomanR / Shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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