Os EUA se pronunciaram, na última segunda-feira (17), sobre fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito da guerra na Ucrânia. Segundo informações, as críticas surgiram após o presidente brasileiro acusar os Estados Unidos de incentivar a guerra.
EUA não perdoa e critica duramente fala de Lula sobre a guerra
Na última segunda-feira (17), os EUA se pronunciaram sobre fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito da guerra na Ucrânia.
O que a Casa Branca pontuou sobre o assunto é que os comentários estão “reproduzindo propaganda russa e chinesa”.
O comentário de Lula criticou diretamente os EUA e países europeus, colocando que eles estão realizando o fornecimento de armas para a Ucrânia e contribuindo para que a guerra no país continue.
John Kirby, porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, teceu em resposta ao que foi apontado como comentários “simplesmente equivocados” por parte do presidente do Brasil.
Mais detalhes sobre o caso com os EUA
O Ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, foi questionado quanto ao que havia sido dito por Kirby em seu pronunciamento nos EUA. Porém, o que ele disse é que, até o momento, ele não havia tomado ciência de qualquer comentário feito e desconhece a razão das críticas.
Ainda nessa segunda-feira (17), Vieira, o presidente Lula e o chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, estavam em reunião discutindo diversos pontos para auxiliar no fim da guerra entre os países.
Entretanto, ao sair da reunião e se deparar com a situação, Vieira retrucou aos jornalistas dizendo não concordar com a posição da Casa Branca e dos EUA. Ele ainda completou dizendo: “desconheço as razões pelas quais ele disse isso”.
Discussão sobre a paz promovida pelo presidente Lula
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Mauro Vieira ainda afirmou, no mesmo dia, que Lula está se pronunciando em favor da paz na Ucrânia. Sendo assim, ele está em busca de formar um grupo de países alheios ao conflito e que desejam auxiliar em alcançar a paz na Ucrânia.
Lula comentou em uma coletiva, ao deixar um hotel em Abu Dhabi, que os EUA e os países europeus que fornecem armas à Ucrânia contribuem para que o conflito persista no território.
Portanto, o presidente está tomando as medidas necessárias para encontrar uma forma de acordar a paz entre os países. O objetivo é evitar que danos irreversíveis sejam causados por conta do conflito entre ambos.
Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com
