O presidente dos EUA, o democrata Joe Biden, seu reuniu na última segunda-feira, 22 de maio de 2023, com o líder da Câmara dos Deputados, o republicano Kevin McCarthy, para retornarem as negociações acerca do teto da dívida norte-americana.
EUA pode dar calote inédito e abalar o mercado; entenda!
Em meio a alta da dívida e negociações, EUA pode dar calote inédito e impactar a economia global. Saiba mais sobre a situação do país.
Duas das figuras políticas mais relevantes dos Estados Unidos tentam chegar a um consenso sobre a temática, pois, o cenário atual pode resultar em um colapso financeiro do país, o que incluiria um inédito calote nos investidores de títulos públicos da principal economia do planeta.
Contudo, mesmo que esse acordo seja tão relevante para economia dos EUA, Biden e McCarthy ainda não entraram em consenso. Assim, a tensão acerca da política econômica dos Estados Unidos segue crescendo.
Situação dos EUA
De acordo com os dados do Tesouro dos EUA, o país atingiu o limite de endividamento de US$31 trilhões, ou R$153 trilhões, em janeiro deste ano. Desde então, o Tesouro tem realizado manobras para não dar calote nos investidores.
Biden tem buscado alternativas para equilibrar os cofres norte-americanos, como o aumento da carga tributária para controle do déficit orçamentário. Todavia, o presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos tem se mostrado contrário a tal solução.
De todo modo, o próprio Kevin McCarthy acredita que é necessário chegar a um consenso com Biden, visando “mudar a trajetória” das políticas dos EUA. Dessa forma, tais mudanças podem impactar numa redução na dívida.
Impacto do calote na economia global
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Durante encontro do G7, que aconteceu no Japão, o presidente dos EUA alertou sobre a repercussão que um possível calote causaria tanto para os investidores norte-americanos quanto para a economia global. Conforme Biden, isso afetaria o bem-estar econômico dos Estados Unidos e do mundo.
Por fim, também na última segunda-feira, Janet Yellen, secretária do Tesouro dos EUA, advertiu que o país da América do Norte pode ficar sem capital a partir do próximo dia 1° de junho. Isso aumenta, portanto a pressão sobre o presidente dos Estados Unidos e o líder da Câmara.
Imagem: JuiceCo / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
