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Ex-executivos do Banco do Brasil e do Bradesco lançam novo banco

Ex-executivos do Banco do Brasil e do Bradesco se unem para criar um novo banco de investimento. Veja qual será a sua área de atuação!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Imagem da fachada de unidade do Banco do Brasil

Os consumidores brasileiros terão mais um banco à sua disposição no mercado. Isso porque ex-executivos do Banco do Brasil e do Bradesco se uniram para criar uma nova instituição financeira com foco em investimento e gestão de fortunas.

Banco do Brasil e Bradesco sempre tiveram uma boa relação. Essa relação permitiu que os funcionários das instituições mantivessem um contato próximo. O resultado foi que alguns deles se juntaram para criar um banco de investimentos.

O projeto conta com a participação de Leandro Miranda, ex-diretor-executivo do Bradesco, Gueitiro Genso, ex-presidente do fundo de pensão dos funcionários do BB, Philip Searson, ex-responsável pela área de renda fixa do Bradesco BBI, e Rogério Queiroz, ex-Banco do Brasil.

Ex-executivos do Banco do Brasil e do Bradesco criam instituição com foco em médias empresas

Os ex-executivos do Banco do Brasil e do Bradesco lançam a Yards Capital, um instituição de investimento que também atuará na área de gestão de recursos de terceiros e de fortunas. Entretanto, o grupo pensa em focar a sua atuação em um nicho pouco explorado.

Dessa forma, o grupo quer começar a captar os seus clientes entre as médias empresas e o setor do agronegócio. Isso pois a diretoria do Yards considera que as grandes instituições financeiras não possuem soluções de investimento e gestão para esse público. Assim, o novo banco dos executivos deve possuir escritórios em cidades estratégicas em todo o país.

Patrimônio bilionário

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Os ex-executivos do Banco do Brasil e do Bradesco lançaram o Yards Capital com um patrimônio de R$ 1 bilhão. O valor foi conseguido com aportes que os sócios fizeram. Nas próximas semanas, o grupo vai consolidar a compra da sua autorização para atuar como gestor.

O objetivo é estar funcionando quando o Banco Central diminuir a taxa de juros básica e os investidores começarem a procurar outros tipos de aplicações diferentes da renda fixa.

Imagem: Rafapress / Shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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