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Ex-gerente do BB é acusado de receber propina em troca de benefícios a empresas

Ex-gerente do BB é suspeito de participar de esquemas de corrupção ao se aproveitar de sua posição gerencial no banco. Entenda!

Nesta manhã da última quarta-feira (26), um caso de corrupção envolvendo um ex-gerente do Banco do Brasil (BB) teve destaque. Trata-se, portanto, da ação da Delegacia de Repressão à Corrupção do Distrito Federal (PCDF) em deflagrar a Operação Coban.

Dessa forma, a investigação foca suas atenções em uma possível rede de favorecimento e recebimento de vantagens indevidas. Continue a leitura para mais informações!

Qual a natureza das acusações contra o ex-gerente do BB?

Fachada de uma unidade da agência do Banco do Brasil.
Imagem: rafapress / shutterstock.com

O início das investigações foi impulsionado por uma comunicação interna do Banco do Brasil após suspeitas de práticas ilícitas serem detectadas. Conforme desdobramentos das apurações, descobriu-se que o então servidor gerencial do BB focou suas ações na falsificação de documentos e violação do sigilo funcional com o objetivo de beneficiar terceiros.

As irregularidades apontadas pela PCDF sugerem que o ex-gerente do BB não apenas comprometeu a integridade de sua função, mas chegou a atuar de maneira a beneficiar empresas com injeções de recursos milionários. Tais impropriedades levaram a um processo administrativo disciplinar, culminando na demissão do acusado.

Saiba mais sobre a Operação Coban

Com a expansão das investigações, identificou-se indícios de crimes mais complexos e graves. Entre eles está a contratação de uma empresa para mediar operações de Cédula de Crédito Rural (CPR). Logo, isso indica uma prática de favorecimento ainda mais ampla que envolvia correspondentes bancários já credenciados.

Essa rede de corrupção, exposta pela Polícia Civil, coloca em xeque a veracidade das operações e o comprometimento ético dentro do Banco do Brasil por parte do ex-gerente.

O que está sendo feito para coletar provas?

A operação atualmente envolveu a execução de mandados de busca e apreensão nas cidades de Unaí em Minas Gerais e Alto Araguaia no Mato Grosso, assim como no Distrito Federal. As residências dos sócios envolvidos, empresas e do próprio ex-servidor do BB foram alvos dessas ações.possíveis partícipes neste esquema de corrupção.

Segundo informações da corporação, as buscas visam fortalecer os elementos probatórios já coletados para conclusão do inquérito em andamento, buscando evidências adicionais que possam reforçar os indícios existentes no Inquérito Policial. Além disso, o objetivo é investigar o possível envolvimento de outras pessoas e práticas similares praticadas pelo servidor.

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Por fim, o ex-servidor do BB envolvido, se condenado, poderá enfrentar mais de 30 anos de reclusão, refletindo a gravidade das acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, entre outros crimes.

Imagem: rafapress / shutterstock.com