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Famílias podem receber novo auxílio emergencial: quais os requisitos?

Em breve, o Governo Federal deve beneficiar um grupo de brasileiros com um novo auxílio. Descubra quem poderá recebê-lo.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
FGTS

Atualmente, a crise econômica deixada pela pandemia é um dos destaques das pautas financeiras. Dessa forma, vale relembrar que esse período pandêmico deixou 700 mil vítimas no país. 

Nesse sentido, muitas pessoas falecidas deixaram seus dependentes. Estes, por sua vez, sofreram com a perda familiar e hoje enfrentam as consequências da crise financeira. Pensando nisso, a deputada Sâmia Bomfim (PSOL) apresentou o Projeto de Lei (PL) chamado 126/2023.

Em sua proposta, Bomfim prevê que os órfãos das vítimas da Covid-19 recebam um auxílio financeiro e um cuidado psicológico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, o auxílio possui um carácter assistencial e, de certo modo, indenizatório. Entenda melhor!

Quantos órfãos a Covid-19 deixou no Brasil?

De acordo com os dados do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), 113 mil menores de idade perderam o pai ou a mãe por conta do vírus. Além desses, outros 17 mil menores de idade criados por avós ou avôs perderam seus responsáveis. 

Desse modo, totalizou-se 130 mil órfãos devido à Covid. Portanto, o estimado é que esse grupo de menores de idade tenha direito ao auxílio, tratamento psicológico e também o atendimento preferencial em serviços públicos. 

Qual será o valor do novo auxílio emergencial?

A relatora do PL destaca que essa condição de órfão implica diretamente em um retrocesso no acesso a direitos humanos básicos, como educação, lazer, saúde etc. Portanto, o texto prevê o amparo financeiro desses menores, no entanto, o valor ainda não foi definido.

Em suma, se o PL for aprovado, o Governo Federal será responsável por estipular este valor. Provavelmente o benefício será gerenciado pelo Ministério de Assistência Social, o mesmo responsável pelo Bolsa Família. A proposta é que esses órfãos recebam o auxílio até completarem 18 anos de idade.

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Além disso, aqueles que forem contemplados não correrão o risco de perder outros benefícios, como, por exemplo, o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC). 

No entanto, para que de fato esse valor seja recebido, o PL de Bonfim precisa primeiro ser aprovado. Atualmente, o projeto está na Câmara dos Deputados e em breve será analisado pelas comissões da Casa. 

Imagem: Andrzej Rostek/ shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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