Mais uma empresa do ramo da tecnologia anunciou que vai demitir 1.300 funcionários. A Zoom, plataforma de vídeo, comunicou na última terça-feira (7) o desligamento de 15% de seu quadro de empregados.
A companhia se junta a outras do setor como a Meta, Microsoft, Twitter e Alphabet que justificam a necessidade de reestruturação da empresa diante do novo mercado considerando a desaceleração pós pandemia, além das incertezas da economia mundial.
Zoom vai demitir 15% de seus funcionários em meio a desaceleração do trabalho
Nos últimos anos, durante a pandemia da Covid-19, o trabalho remoto foi a possibilidade encontrada para que o mundo continuasse funcionando mesmo em meio a quarenta. Com isso, em 2020, as reuniões virtuais passaram a fazer parte da vida das pessoas, seja para trabalho, reunião entre amigos, rever a família.
O Zoom, como uma plataforma de vídeo, possibilitou que tal necessidade se tornasse real. Com a alta demanda, a empresa expandiu seu quadro de funcionários em três vezes e quadruplicou sua receita. No entanto, demitir parte dos empregados passou a ser uma necessidade atual.
De acordo com o diretor geral do Zoom, Eric Yuan, a necessidade de expansão do período pandêmico fez com que a empresa não crescesse de maneira sustentável. Com isso, hoje surge a necessidade de mudar de rumo e demitir 15% dos funcionários.
Demissão em massa e redução de gastos para se adequar ao novo momento
Ainda segundo o executivo Eric Yuan, uma medida também adotada parte da redução de seu próprio salário em 98%. Yuan também estará abrindo mão de bônus. Outros diretores do Zoom terão seus salários reduzidos em 20%.
A redução dos salários do setor da tecnologia após o momento de valorização do ramo, assim como demitir grande parte da força de trabalho, têm sido medidas tomadas para a reestruturação das empresas.
O diretor geral da Zoom destacou em seu anúncio que os funcionários desligados da companhia nos Estados Unidos receberão o suporte necessário.
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