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Famosa rede de postos de combustíveis é interditada por adulteração

Na tarde desta quarta-feira (14), uma famosa rede de postos de combustíveis foi interditada por adulteração nos produtos. Saiba mais!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Cliente de posto de combustíveis com expressão de desaprovação

Na tarde desta quarta-feira (14), uma famosa rede de postos de combustíveis foi interditada por conta de uma adulteração nos seus produtos. Veja em detalhes a motivação para o fechamento das unidades da rede e qual é a empresa responsável.

Durante uma ação do Procon Sergipe em conjunto com a Polícia Civil, a ANP, o Ministério Público e os auditores da Secretaria do Estado da Fazenda, foi realizada a interdição de diversas unidades da empresa por conta da adulteração dos combustíveis.

A EKO, uma famosa rede atuante na região de Aracajú, teve todas as suas unidades lacradas. Dessa forma, a unidade da avenida Tancredo Neves, Augusto Franco e Ivo Prado, além da unidade de São Cristóvão, não estão mais operantes.

Saiba os detalhes por trás do fechamento das unidades do EKO

Conforme revelado pela fiscalização no dia anterior diversas amostras foram coletadas no posto de combustíveis. Por sua vez, essas amostras indicavam altos níveis de metanol em sua composição, uma substância altamente tóxica para o ser humano.

Levando em consideração o perigo causado pela substância mesmo em pequenas quantidades, as unidades foram lacradas. Além disso, a presença do metanol no combustível é proibida, visto que pode colocar em risco a vida dos clientes e frentistas.

O metanol pode causar diversos tipos de problemas, como cegueira, se for ingerida, mesmo que seja em pequena quantidade. Sendo assim, a decisão tomada pela ANP foi de fechar a unidade averiguada e também as outras do posto de combustíveis EKO.

Posicionamento dos postos de combustíveis EKO

Segundo apurado pela advogada da rede, Gislaine Lucena, os donos dos estabelecimentos são inocentes no caso, indicando que não houve adulteração dos combustíveis. Ela ainda reforça que seus clientes foram feitos de vítimas, pois o produto fora adquirido em desconformidade com a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

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Lucena ainda reforça que não é possível conferir a presença da substância proibida a ‘olho nu’, então, os donos não teriam como prever durante a compra que o produto estava adulterado.

Dessa forma, diversos clientes da rede também têm entrado em contato ao relatar problemas decorrentes do abastecimento nas unidades, buscando amparo por terem sidos consumidores lesados pela situação.

Imagem: Aleksandr Lupin / Shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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