Nem sempre é fácil manter as finanças em dia. Faturas de cartão de crédito, especialmente, podem se tornar uma bola de neve financeira se não houver organização. Assim, compras realizadas em um mês acabam acumulando, fazendo com que os boletos se tornem uma dor de cabeça no mês seguinte.
Ficou sem dinheiro? Saiba se é melhor pagar o mínimo ou parcelar a fatura
Quer saber a melhor maneira de lidar com a fatura do seu cartão de crédito quando o dinheiro está curto? Confira!
Por vezes, nos encontramos em situações onde o pagamento total do cartão de crédito fica difícil, com o salário acabando antes do previsto ou o aparecimento de despesas inesperadas. Nessas horas, muitos se perguntam: devo pagar o mínimo da fatura ou parcelar o total?
Juros do cartão de crédito chegam a quase 450%
Os juros do cartão de crédito chegaram a quase 450% ao ano no mês de abril no Brasil, de acordo com o Banco Central. A instituição afirmou que a taxa média do crédito rotativo teve um aumento de 433,3% ao ano em março para 447,5% em abril. Isso quer dizer que, se você optar por pagar somente o valor mínimo da fatura, a dívida remanescente contará com essa tarifa.
Ou seja, no fim das contas, essa opção pode sair bastante cara. Quando você quita apenas o mínimo, a diferença se torna crédito rotativo. Assim, a cobrança vem no próximo mês com a adição dos juros. Portanto, é essencial entender isso antes de decidir como lidar com suas dívidas.
É melhor pagar o mínimo ou parcelar a fatura?
Se você não tem condições de quitar a fatura do seu cartão de crédito de uma só vez, pode se perguntar: é melhor pagar o mínimo ou parcelar? A resposta é que isso depende da sua situação financeira e do seu planejamento.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Pagar o mínimo pode proporcionar um alívio momentâneo, mas lembre-se que a taxa de juros é muito alta. Já o parcelamento tem tarifas mais baixas, mas se transforma em uma dívida a longo prazo, que também deve ser administrada com cuidado.
Portanto, a melhor opção é tentar quitar a totalidade da fatura, evitando juros. Contudo, se isso não for possível, o parcelamento tende a ser uma alternativa mais viável, uma vez que as taxas costumam ser menores do que as do crédito rotativo. No entanto, é importante verificar as condições oferecidas pelo seu banco e considerar a sua capacidade de pagamento ao longo dos meses.
Imagem: Bacho/shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
Pode ser do seu interesse:
