O documento de Registro Geral (RG) do modo que conhecemos atualmente está prestes a ser substituído pela Carteira de Identificação Nacional (CIN). O diferencial de maior destaque é a unificação com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
Fim do RG: conheça o novo documento de identificação do Brasil
O governo já iniciou o processo se substituição da identidade do modo que conhecemos hoje; confira quais são as mudanças.
Atualmente, o RG é padronizado a nível estadual. Com a CIN, a validade será nacional. Em alguns estados, aliás, a emissão da nova identidade já está em curso, substituindo, dessa forma, o documento antigo.
Os novos padrões da identidade serão oficialmente adotados pelos órgãos emissores a partir de 6 de novembro deste ano. Nesse sentido, durante esse período de transição, o formato antigo continuará válido até 28 de fevereiro de 2024.
Por que o governo instituiu uma nova identidade?
O governo instituiu a CIN através da publicação de um decreto com o objetivo principal de melhorar a segurança dos documentos de identificação no país. Sendo assim, a expectativa é reduzir fraudes e garantir a integridade dos dados.

A CIN permitirá, assim, a integração dos Institutos de Identificação dos estados e oferecerá acesso a serviços digitais ao longo da vida, proporcionando uma das identidades mais seguras do mundo.
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Portanto, o objetivo é aumentar a segurança e a conveniência dos cidadãos no acesso a serviços, protegendo suas informações pessoais. Para alcançar tal objetivo, a nova identidade conta com alguns elementos, que são uma novidade; confira-os a seguir.
Quais são os elementos de segurança da CIN?
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A nova identidade reforça a confiança entre serviços públicos e privados e permite um número único de identificação em todo território nacional. Ainda, tanto a renovação quanto a emissão da CIN inicial em papel são gratuitas. Em estados com contrato, os cidadãos podem escolher uma versão em policarbonato.
A Carteira de Identificação Nacional conta, também, com um sistema de emissão que segue a Lei Geral de Proteção de Dados, garantindo transparência no uso de informações pessoais. Ademais, dispõe de um QR Code seguro e uma Zona Legível por Máquina (MRZ) que a torna aceitável como documento de viagem em países com acordos internacionais.
Por fim, além da versão impressa, a CIN está disponível em plataformas digitais.
Imagem: Lucas Alesso / shutterstock.com
