Por que competir se cooperar é a melhor proporcionar bem-estar financeiro a todos? É com essa filosofia integrada que os brasileiros da fintech SalaryFits estão avançando também no mercado europeu. Criada em 2016 como a spin-off internacional da fintech Zetra, a multinacional com operações em Portugal, Reino Unido, México, Índia, e Itália. Recentemente, a Fintech obteve aporte de R$ 20 milhões da Confrapar, para consolidar e expandir A operação international, concretizando o trabalho de inclusão e empoderando as pessoas por meio dos seus salários.

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Fintech SalaryFits conquista o mundo com solução B2B2C

Mas, como a empresa tem feito para atender aos cerca de 4 milhões de usuários em todo o mundo? Uma das vantagens da Salaryfits é a atuação como infraestrutura B2B2C. Ou seja, a companhia oferece soluções financeiras por meio das empresas (B2B) para favorecer seus funcionários (2C). Delber Lage, CEO da SalaryFits, aponta que os empregadores, por exemplo, são um canal valioso para se viabilizar oferta de produtos financeiros mais justos à população desassistida, mas financeiramente estável.

Segundo ele, com a plataforma da fintech, os trabalhadores podem acessar benefícios financeiros mais sustentáveis e menos burocráticos, ao mesmo tempo que melhoram sua saúde financeira.

Os empregadores confiam na tecnologia para promover engajamento e produtividade no ambiente de trabalho. Já os fornecedores de produtos e serviços financeiros, como bancos, seguradoras e empresas de investimento, encontram na SalaryFits um canal para alcançar milhões de potenciais clientes estáveis e com habilidade de pagar, bem como destacar sua responsabilidade social ao promover a saúde e bem-estar no ambiente de trabalho.

“É muito interessante ver esse tripé sustentável alavancar a relação existente entre esses três atores, criando uma inovação por meio de uma solução simples, eficaz e que traz benefícios para todas as partes. No limite, o que oferecemos é um canal para a oferta qualificada de produtos e serviços focados na promoção do bem estar financeiro, qualquer que seja o perfil do consumidor”, detalha.

Informação para reduzir o custo das taxas

O CEO da fintech explica que um dos principais trunfos (e desafios) da SalaryFits é contemplar todas as partes. É aí que entra a estratégia de finanças. Quando, por exemplo, a instituição bancária não tem o chamado cliente “prime” e ele é um desconhecido, este fornecedor financeiro não sabe se ele tem a habilidade de pagar por um produto, por exemplo um empréstimo. Nesses casos, o trabalho da fintech é informar e reduzir os custos da transação.

“Para um banco ir ao mercado, adquirir um cliente, depois fazer todo o processo de entender o perfil dele e as variáveis que impactam seu perfil de consumo, isso sai algo muito caro. Então, como isso ocorre na prática? Eles preferem colocar um preço lá em cima, que justifique o risco em incorporar esses clientes desconhecidos. Com a nossa plataforma, na medida que a gente traz a empresa primeiro, todos os futuros usuários da plataforma já estão empregados. Logo esses clientes novos já resolvem o problema da “habilidade de pagar” que os bancos tem que confiar”, informa Lage. Além disso, com os descontos em folha resolve-se igualmente a questão da “vontade de pagar”, e com uma transação menos exposta a risco de inadimplência, o consumidor sai ganhando com um produto muito mais acessível.

Uma fintech para todos

A partir dessa facilitação aos fornecedores de serviços, a empresa consegue negociar produtos e serviços financeiros de forma sustentável e inclusiva. Ou seja, colocando os preços mais baixos, devido a criação de um canal digital e eficiente no alcance dos consumidores. Com uma cesta de produtos e serviços com melhores preços e condições.

“A contratação é fácil, diretamente online e com a conveniência do pagamento por meio do desconto na folha de pagamento. Ao facilitarmos a vida do fornecedor, dos RHs e dos colaboradores com tecnologia e informação, as instituições financeiras têm menos custos e menos risco, o que faz com que estejam dispostas a ofertar produtos em condições mais favoráveis ao colaborador”, explica o CEO da Salaryfits.

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