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Fraude no posto de gasolina leva gerente para a cadeia

Fiscalização descobre fraude em posto de gasolina e prende responsáveis. Continue lendo e entenda o que aconteceu!

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
Combustíveis

A Delegacia do Consumidor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), junto com as instituições Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizam uma operação em postos de gasolina no Rio Grande do Sul.

Ao todo, três locais foram investigados, dois na cidade de Canoas e um em Porto Alegre. A fiscalização do posto do bairro Marechal Rondon, de Porto Alegre, resultou na prisão de uma mulher de nome não identificado que gerencia o estabelecimento. 

Através da operação da Deic, Inmetro e ANP, foi comprovado que havia uma alteração na bomba. Desta maneira, os consumidores pagavam um valor maior do que a quantidade de combustível que era colocada nos automóveis. 

Como o golpe no posto de gasolina era aplicado?

Nesse tipo de golpe, a bomba que mede a quantidade de combustível e indica o valor estava configurada para exibir uma quantidade maior do que o consumidor estava recebendo. Sendo assim, este consumidor pagava a mais.

A prisão foi efetuada na semana passada, na sexta-feira (24). Além do nome da gerente do posto de gasolina não ser divulgado, o nome do próprio local também segue em anonimato. O crime não é afiançável e foi contra a relação de consumo. No entanto a polícia não informou se houve pedido de soltura por decisão do Poder Judiciário. 

Diferença entre a fraude e a variação aceitável por lei

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A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) destaca que é preciso se atentar para não confundir o golpe da bomba adulterada com a bomba baixa. A defasagem acontece quando o dispositivo aponta um volume menor do que o real.

No entanto, há uma quantidade de variação permitida dentro da lei. Sendo assim, quando essa diferença de cada 20 litros de combustível é dentro de 60ml para menos ou 100ml para mais, ainda é algo aceitável. Se caso passar, já se trata de uma fraude de bomba. 

Imagem: Pavel Kubarkov / shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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