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Gigantes do streaming anunciam demissões; veja

Três empresas gigantes do setor de streaming registraram prejuízos significativos e agora buscam uma reorganização. Saiba quais são!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Mão segurando controle remoto na frente da TV Box enquanto escolhe filmes numa plataforma de streaming legal na Anatel

Nos Estados Unidos, nomes famosos nas plataformas de streaming, a Disney, Paramount e Warner Bros apresentaram resultados nada positivos sobre as empresas. Isso fez com que demissões em massa fossem anunciadas e planos de redução de custos, além da retirada de títulos das plataformas.

Diante da situação, os assinantes devem ser afetados. De acordo com as informações divulgadas, as companhias pretendem elevar os custos das assinaturas como uma medida para aumentar o lucro e melhorar as condições financeiras. 

As três empresas registraram prejuízos que chamaram a atenção em relação ao ano passado. 

Prejuízos das plataformas de streaming 

Segundo levantamentos realizados pela consultoria Dataxis, os prejuízos das empresas de produção cinematográfica foram os seguintes:

  • Disney: US$ 4 bilhões (R$ 21,3 bilhões);
  • Paramount: US$ 2 bilhões (10,6 bilhões);
  • Warner Bros: US$ 2 bilhões (R$ 10,6 bilhões).

As medidas adotadas pelas plataformas devem incluir o empacotamento de canais e parcerias com operadores de banda larga, como apontam analistas. 

Hoje, os grandes conglomerados de mídia norte-americanos passam por um momento de reestruturação e análise das condições financeiras.

Demissão em massa na Disney 

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Na última semana, a Disney deu início à primeira rodada de demissões e dispensou 300 pessoas do setor de tecnologia do Disney+, a plataforma de streaming. Trata-se apenas de uma parcela dos desligamentos, que devem passar por mais duas rodadas. Ao todo, 7 mil funcionários devem ser demitidos, o que corresponde a 3,6% do quadro. 

Há algum tempo, a gigante já havia realizado a demissão de 50 trabalhadores que atuavam no desenvolvimento do metaverso, conforme aponta a imprensa dos EUA. 

A empresa já anunciou que pretende economizar cerca de US$ 5,5 bilhões em custos e tornar o serviço mais rentável e passa por um processo de reorganização. No final de 2022, o streaming contava com mais de 161 milhões de clientes. 

Imagem: Said Marroun / Shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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