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Governo anuncia excelente notícia para professores; confira

Após anos de reivindicações, os professores finalmente conseguiram um direito negado por muito tempo. Confira

Leo GarfinkelPor Leo Garfinkel2 min de leitura
Imagem de uma mesa escolar com livro, lápis de cor e um óculos. Ao fundo, um quadro negro.

Após meses de protestos e reivindicações, os professores do estado do Rio de Janeiro finalmente conseguiram uma grande vitória. Profissionais ativos e inativos da rede estadual, foram informados nesta quarta-feira que passarão a receber o piso nacional do magistério.

A novidade foi anunciada depois de ter sido aprovada pelo governador do estado, Cláudio Castro (PL), em uma reunião entre representantes da classe e membros do governo do Rio. Esse que, por sua vez, não divulgou o impacto orçamentário da nova medida.

Resultado de anos de luta

Os professores da rede estadual já protestavam há muito tempo por receberem remunerações abaixo do piso nacional, ajustado todo ano. Assim, durante todo esse período, o governo do estado descumpriu a regra do piso estabelecida pelo Governo Federal (responsável por corrigi-lo anualmente).

O mínimo nacional definido atualmente é de R$ 4.420,55. Essa quantia é destinada à categoria docente II, com regimes de 40 horas semanais.

Medida vai para a Alerj

Depois da aprovação do governo do estado, o projeto agora será encaminhado para a Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). A proposta deve ser analisada e votada nos próximos dias com caráter de urgência.

Com a nova medida, todos os professores, ativos ou inativos, que recebiam abaixo do mínimo nacional, terão seus salários corrigidos.

Professores não estão plenamente satisfeitos

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Alguns dos representantes da categoria que participaram das negociações com o governo, declararam que apesar de positivas, as mudanças mantêm um panorama de desrespeito com planos de cargos e salários da categoria.

O Sepe-RJ (Sindicato dos Profissionais da Educação do Rio) classificou a proposta de Cláudio Castro como “indecente”, argumentando que o piso nacional está estabelecido desde 2009. “Com isso, o governador bagunça o nosso plano de carreira”.

Atualmente, 33% dos professores aposentados recebem abaixo do piso nacional, enquanto 42% dos ativos também estão abaixo do mínimo. Esses grupos serão os beneficiados com a mudança, mas de acordo com sindicalistas envolvidos na ação, as modificações não consideram outras categorias, o que resolve o problema apenas parcialmente.

Imagem: plutmaverick / Shutterstock.com

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