Após decidir retomar a oneração dos impostos federais sobre os combustíveis, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, defendeu a medida. Ele afirmou que, mesmo que afete diretamente os preços da gasolina e do etanol, a ação é válida.
Governo defende aumento nos combustíveis; entenda
Na última terça (28), o governo federal defendeu o aumento nos combustíveis e afirmou que uma "bomba" foi deixada pelo governo passado. Veja!
Na última terça-feira (28), o ministro defendeu que a medida é uma forma de “desmontar a bomba” que foi deixada pela antiga gestão, se referindo ao governo de Jair Bolsonaro (PL).
Ainda em seu discurso, o político afirmou que a bomba que já era para ter explodido há tempos. O ministro ainda destacou que o governo Lula está se esforçando para que a medida tenha o menor impacto possível na população.
Desoneração em outras áreas
Alexandre Padilha destacou que a Medida Provisória (MP) aprovada pelo governo no início da semana não apresenta somente pontos negativos para a população. Segundo ele, decisões foram tomadas para combater os efeitos da inflação no setor alimentício e outros produtos considerados essenciais.
O ministro se refere ao fato de que a MP aprovada pelo presidente Lula (PT) manterá a desoneração para o diesel e para o gás até dezembro de 2023.
Governo critica a Petrobras
O ministro ainda destacou que para que a população não seja afetada, o Governo Federal ainda estuda promover um debate com a Petrobras, visando rever o regime de preços adotado.
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Segundo Padilha, a política adotada pela empresa de capital aberto também impacta o bolso do consumidor final, a definindo como “absurda” e dando a entender que mudanças precisam ser implementadas.
O assunto já havia sido abordado pelo ministro da fazendo, Fernando Haddad (PT), anteriormente. Na terça-feira (28), o petista afirmou que em conjunto com o Ministério de Minas e Energia, Casa Civil e Planejamento, uma pasta de trabalho será criada para tornar a política da Petrobras mais transparente para todo o público.
Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil
