O Governo Federal pretende deixar o combustível mais caro para ‘bancar’ o novo programa de descontos em automóveis. Entenda os detalhes por trás dessa mudança e como o impacto chegará nas bombas para os consumidores.
Governo deixará combustível mais caro para ‘bancar’ novo desconto dos carros
O Governo Federal pretende deixar o combustível mais caro para 'bancar' o novo programa de descontos em automóveis. Saiba mais!
Segundo divulgado nessa quarta-feira (28), pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o programa de descontos resultará em aumento no valor do combustível. Mais especificamente, o aumento será diretamente no preço do diesel.
Conforme a informação do governo, o aumento deve ser mínimo e chegará ao valor de R$ 0,03 a mais do que o atualmente visto. Contudo, a mudança deve ocorrer efetivamente apenas a partir do mês de outubro deste ano.
Motivação por trás do aumento no valor do diesel
Segundo informado por Haddad, o valor se refere a uma antecipação da reoneração dos valores para bancar o projeto de descontos em veículos. Dessa forma, ajudando a bancar o custo adicional do programa do governo.
Os dados informam que a mudança no valor deve auxiliar na arrecadação de mais R$ 300 milhões para a continuação do projeto. Assim, agora o programa conta com um custo total de R$ 1,8 bilhão, em relação ao valor inicial de R$ 1,5 bilhão.
Ademais, a mudança ainda complementa a reoneração anterior de R$ 0,11 que deve ser instituída a partir de setembro pelo governo. Essa que deve ser responsável pela arrecadação do valor aproximado de R$ 1,6 bilhão, deixando então R$ 100 milhões de “sobra” da primeira proposta.
Novo aumento do governo não terá impacto no consumidor
Veja a seguir o que foi dito por Haddad a respeito da mudança e da nova reoneração no valor do diesel para o consumidor:
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Na bomba, esse aumento não vai se verificar, porque já houve uma queda adicional do dólar desde que a medida foi tomada e uma queda do preço de petróleo. Então, estamos sem preocupações em relação a isso. Não há impacto para o consumidor.
Ele justificou que, tendo em vista a queda no valor da moeda norte-americana e o preço geral do petróleo no mercado global, essa mudança não terá impacto real sobre os consumidores que abastecerão seus automóveis.
Imagem: JFDIORIO/Shutterstock.com
