Em busca de tornar os carros mais acessíveis, comercialmente falando, o Governo estuda implementar medidas para alavancar as vendas de veículos. Além de cortar o IPI e o Pis/Cofins, o Executivo planeja deduzir o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A prática visa reduzir as taxas e permitir melhores condições de financiamento.
Governo estuda ZERAR impostos sobre veículos e deixar carro AINDA mais barato
Executivo planeja impactar o mercado automobilístico. Ação de reduzir impostos não é inédita, mas pode te ajudar a trocar de carro. Confira!
Secretário de Desenvolvimento Industrial do MDIC, Uallace Moreira, comunicou os bastidores do projeto ao portal de notícias Reuters. Com o intuito de liberar os empréstimos, o plano ainda depende da aprovação federal. Em virtude da crise econômica, o Brasil não conseguirá arcar com esse rombo nos cofres públicos por muito tempo. Veja os detalhes dessa história!
O que disse o parlamentar sobre a redução de impostos?
De acordo com o secretário, o Governo já garantiu a redução do Pis/Cofins e do IPI. No entanto, no caso do IOF ainda faltam alguns processos legais. Esse tributo é regulatório, portanto, não depende do aval do Congresso, nem de qualquer política de compensação financeira.
A fim de salvar o setor automotivo no País, a medida busca promover melhores condições para as marcas e montadoras de veículos. Nesse sentido, com as altas taxas de juros, os financiamentos deixaram de ser uma opção palpável para os brasileiros. Dessa forma, o plano do Governo é resgatar a economia.
Moreira ainda indicou que a dificuldade do mercado foi um fator preponderante nas tratativas e debates sobre a possível redução do imposto. Segundo ele, a ação, a curto prazo, permite uma sobrevida a esse setor.
Bastidores da dedução
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Conforme diz o plano do Executivo, a redução dos impostos afetará onze marcas e mais de 30 modelos de carros. Segundo o secretário, o Ministério da Fazenda ainda não tomou nenhuma decisão concreta, pois está estudando as variáveis do programa.
Um dos fatores analisados é a duração da medida. Enquanto 3 meses podem não ser suficientes, deduzir os tributos por um ano também não é uma opção. Por fim, o parlamentar destacou que não haverá uma transição gradual ao fim desse prazo. Sendo assim, com efeito imediato as taxas vão voltar ao que eram antes.
Imagem: Andrzej Rostek/shutterstock.com
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