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Governo investiga possível caso de ‘vaca louca’ no Brasil

O governo federal anunciou que pode haver um caso de vaca louca em território nacional. Entenda mais sobre o caso!

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
Vaca olhando fixamente para a câmera

Após enfrentar uma pandemia nos últimos anos, pode ser que o Brasil tenha de enfrentar uma nova doença em larga escala, só que agora advinda de bovinos. Nesta segunda-feira (20), o Ministério da Agricultura e Pecuária informou que investiga um possível caso de “vaca louca” em território nacional.

A doença, que se refere à encefalopatia espongiforme bovina, teria sido detectada em uma mulher no Pará, segundo as informações divulgadas por outros veículos de mídia. Até o momento, mais informações sobre o caso não foram divulgadas para a imprensa. 

Temendo que a situação cause alguma espécie de pânico, o Ministério anunciou que todas as medidas serão tomadas para descobrir mais sobre o caso e contê-lo — caso necessário, destacando que a pessoa já foi submetida a exames. 

O que é a doença da vaca louca?

O termo se refere à encefalopatia espongiforme bovina, uma doença degenerativa que atinge o sistema nervoso dos bichos desta espécie. Em suma, ela é transmitida através da ingestão de alimentos que estejam com as suas carcaças infectadas.

Para os seres humanos, ela é transmitida com o consumo de alimentos derivados de um animal contaminado pela vaca louca. Dentre os seus principais sintomas nos animais, estão: o nervosismo, a dificuldade de locomoção e uma reação exagerada a situações externas. Vale salientar que a doença não é contagiosa.

Vaca louca no Brasil

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Para quem não se lembra, já existiram casos no Brasil em 2021. Naquele ano, a China suspendeu a compra do insumo no Brasil após a confirmação de dois casos em Minas Gerais e Mato Grosso em animais mais idosos. Naquele ano, a Arábia Saudita também suspendeu a compra por um curto período após a confirmação da doença.

Imagem: Alena Demidyuk/shutterstock

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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