Em meio a uma queda nos negócios, o Goldman Sachs deu início ao corte de diretores executivos em todo o mundo. No entanto, as demissões não se tornaram públicas, mas a dispensa dos funcionários deve continuar devido a um esforço do banco em reduzir os custos.
Grande banco está realizando cortes no quadro de funcionários; vai falir
Devido ao plano de redução de custos, desde setembro o banco já demitiu mais de 3.700 funcionários. Entenda a situação!
Entre 2020 e 2021, o Goldman Sachs, assim como outros bancos norte-americanos, ampliou as contratações devido ao aumento das operações de fusão e aquisição e das ofertas públicas iniciais. Contudo, agora estão lutando contra a queda de seus negócios.
Corte de custos no Goldman Sachs
Neste mês de junho, os diretores administrativos do Goldman Sachs foram comunicados de que terão que tomar medidas mais efetivas para cortar custos. O banco tem se esforçado para cortar US$ 1 bilhão em custos, o que significa mais cortes de pessoal.
De acordo com fontes ouvidas pelo Terra, se, mesmo com essas medidas agressivas de corte de custos, as receitas do banco não se recuperarem, haverá mais demissões até o final do ano.
Desde setembro, o Goldman Sachs já demitiu mais de 3,7 mil funcionários. Os diretores administrativos também receberam metas para a redução orçamentária.
Queda na receita do banco
O Goldman Sachs tem tomado essas medidas em meio a previsões pessimistas acerca da recuperação econômica e dos negócios em 2023.
A receita da instituição de investimento para o setor teve queda de cerca de 46% no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2022, de acordo com os dados preliminares da Dealogic.
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Embora tenha registrado o seu segundo melhor ano em 2022 (US$ 25,67 bilhões), a receita comercial do Goldman tem diminuído neste ano devido à volatilidade do mercado.
Ele não é o único que está reduzindo seu quadro de funcionários. O Morgan Stanley está realizando um corte de 3 mil funcionários neste trimestre. Já o Lazard deve reduzir o número de seus funcionários em até 10% e o Citigroup também pretende reduzir o número de colaboradores.
Imagem: ArtemisDiana / Shutterstock.com
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