Uma grande notícia sobre o Minha Casa, Minha Vida foi discutida recentemente pela comissão responsável pela retomada do programa habitacional do governo federal brasileiro.
Grande notícia sobre o Minha Casa, Minha Vida; confira
Uma grande notícia sobre o Minha Casa, Minha Vida foi discutida pela comissão responsável pela retomada do programa habitacional. Saiba mais.
A possibilidade de envolver outros intermediários financeiros para atender a demanda habitacional do país foi abordada. De acordo com representantes da Caixa Econômica e Banco do Brasil, a entrada de mais agentes financeiros seria bem-vinda, uma vez que há espaço para todos.
Mais intermediários financeiros no MCMV
O programa habitacional MCMV tem como objetivo fornecer moradia para famílias de baixa renda. Inclusive, já contratou 1,5 milhão de moradias para esse segmento, com 91% já entregues.
No entanto, o maior desafio para o acesso ao financiamento são as famílias com renda mensal inferior a R$ 2.000, que não podem arcar com a entrada. Apenas 7% dos contratos do programa são para famílias com renda mensal entre R$ 1.600 e R$ 1.800.
Para atender a essa demanda, os representantes discutiram a importância das contrapartes dos financiamentos locais. Nesse cenário, os entes públicos locais, como estados e municípios, podem contribuir com um cheque para reduzir o valor de entrada da casa.
Alta demanda do programa pede por ajuda
Além disso, Roberto Abdalla, executivo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Sociedades Hipotecárias, defendeu a pluralidade dos intermediários financeiros. Ele apontou a necessidade de buscar novas fontes de financiamento para os segmentos de mercado e de interesse social. Atualmente, o segmento é parcialmente subsidiado com o dinheiro do FGTS.
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A entrada de novos agentes financeiros no programa habitacional MCMV pode garantir a capilaridade do programa e o acesso à moradia para famílias de baixa renda. No entanto, é necessário garantir que os agentes financeiros cumpram os termos dos contratos. Além disso, é necessário que as contrapartes locais de financiamento sejam eficazes na redução do valor da entrada da casa.
Essa discussão é fundamental para o atendimento da demanda habitacional do país, principalmente nas faixas de renda mais baixas. A pluralidade de intermediários financeiros pode garantir que o programa atenda a um número maior de famílias que precisam de moradia, o que é crucial para a redução do déficit habitacional no Brasil.
Imagem: tavan150 / shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital
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