A Rede D’or São Luiz, é o maior grupo de hospitais particulares do país. A marca hospitalar possui mais de 11.000 leitos e 69 hospitais próprios.
Grande rede de saúde adia planos e não vai mais construir hospitais; veja o que aconteceu
A maior rede de hospitais do país está passando por uma pequena crise e irá adiar o plano de construir mais unidades. Entenda os motivos!
Assim, mesmo com o alto número de unidades hospitalares, Jorge Moll Filho (presidente do Conselho de Administração) e o grupo, tinham uma alta expectativa de inaugurar outros hospitais entre 2023 e 2025.
Portanto, essa situação não seguiu adiante, sendo necessário a paralisação das obras. Assim, veja quais foram o motivos para isso acontecer!
Projeto reduz o número de novos hospitais
No caso dos hospitais que seriam inaugurados, o projeto foi refeito, reduzindo a quantidade de unidades e de leitos. Nesse sentido, as diferenças serão:
- Forma antiga: 11 unidades com 2.093 leitos;
- Forma atual: 7 unidades com 1.303 leitos.
Com o novo plano, o maior investimento será destinado para os leitos, que tiveram um aumento de 10%. No momento, o grupo está realizando mais quatro projetos com 694 leitos, mas ainda não tem data para a entrega da obra.
Por outro lado, as unidades que necessitam de reforma também serão olhadas. Porém, sofrerão reduções com o projeto e, agora elas se aplicarão assim:
- Forma antiga: reforma/expansão de 27 hospitais e 3.772 leitos;
- Forma atual: reforma/expansão de 25 hospitais e 2.539 leitos.
Com essas questões, os analistas do Itaú BBA fizeram um comentário em relatório enviado aos clientes, nesta quarta-feira (31 de maio). A nota diz:
“Nós entendemos que a revisão traz algum alívio para o balanço da empresa, considerando uma preocupação mais alta visto o alto custo de capital”.
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Motivos para essa redução na rede de saúde
Segundo os especialistas, a situação não vem sendo favorável para várias empresas brasileiras de planos hospitalares. Um exemplo é o grupo Hapvida, que também desacelerou no crescimento.
Em questões da Rede D’or, no dia 1º de junho, no horário matinal, as ações do grupo estavam com variações negativas. Assim, estavam de 0,1% a 28,97 reais, no momento em que o Ibovespa subia 0,46%.
De certo modo, o maior grupo hospitalar também não vive o seu melhor momento. Apesar disso, os analistas confirmaram que a empresa está trabalhando para melhorar o plano de expansão, e que o grupo está confiante com o projeto.
Imagem: Suwit Rattiwan / shutterstock
