Recentemente, os funcionários da Apple foram proibidos de usar o ChatGPT e outras plataformas de inteligência artificial. O motivo da decisão é que a companhia está preocupada com a possibilidade de dados confidenciais serem vazados.
Grandes empresas proíbem os funcionários de usarem o ChatGPT
As companhias alegam receio de que dados confidenciais sejam vazados para o ChatGPT. Confira mais informações.
Para suprir a “falta” das plataformas de IA geradora, a Apple trabalha em um sistema próprio, de acordo com informações do Wall Street Journal. Além do chatbot, a empresa orientou que seus desenvolvedores não usem o GitHub Copilot, que é uma inteligência artificial que ajuda na escrita de códigos de computação.
Outras empresas também baniram o uso do ChatGPT
Mas a Apple não é a única grande corporação a banir o uso do ChatGPT. Em um movimento semelhante, Samsung, Verizon, JPMorgan Chase, Northrop Grumman e Deutsche Bank também não querem que seus funcionários utilizem a IA.
A Samsung e a Northrop Grumman, por exemplo, compartilham o mesmo receio da Apple: de que dados estratégicos e de segredo industrial sejam vazados. Já o Deutsche Bank e Verizon alegaram que o chatbot foi proibido por conta da segurança das informações dos próprios bancos e dos clientes.
Enquanto isso, JPMorgan, Bank of America, Citigroup e Goldman Sachs baniram a IA devido à limitação de utilização de programas externos imposta pelas políticas das instituições. A Amazon, por outro lado, além de proibir o uso, recomendou que os funcionários utilizem a ferramenta da empresa, o Code Whisper.
Presidente da OpenAI falou sobre a substituição do trabalho criativo pela inteligência artificial
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Em visita ao Brasil na última quinta-feira (18), Sam Altman, o presidente-executivo da OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, disse que a substituição do trabalho criativo pela IA já está acontecendo. Ele esteve no país para discutir as tendências desse mercado.
Nesse sentido, segundo Altman, em menor escala, os modelos matemáticos de inteligência artificial vão se tornar mais “commoditizados”. O executivo explicou que, numa escala maior, vão existir “dificuldades muito maiores em criá-los”.
Imagem: Diego Thomazini / shutterstock.com
