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Grave: Amazon anuncia brinquedo sexual na ala infantil e é advertida

Amazon foi advertida recentemente pelo Conar, após anunciar um brinquedo sexual na área infantil do site. Saiba mais.

Leo GarfinkelPor Leo Garfinkel2 min de leitura
Fachada de um escritório da Amazon

A Amazon é a maior empresa de comércio eletrônico do mundo. A companhia norte-americana, que nasceu como uma loja digital de livros, se tornou aos poucos a líder de vendas de milhares de categorias de produtos, enviando mercadorias para o mundo todo.

O site da varejista é composto de centenas de áreas diferentes, onde é possível encontrar os mais variados produtos, inclusive alguns inusitados. A plataforma, que é frequentada por milhões de pessoas de diversos países, tem tanta informação que, às vezes, alguns erros são identificados pelos consumidores.

Brinquedo sexual na sessão infantil?

Recentemente, a Amazon recebeu uma advertência do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), órgão brasileiro que regula a publicidade no país através de um código de conduta e princípios éticos pré-estabelecidos.

O aviso veio após uma consumidora realizar uma denúncia ao Conselho. De acordo com a cliente, ela identificou que um brinquedo sexual estava sendo vendido no setor do site voltado para crianças. Na ocasião, a mulher navegava na plataforma em busca de um presente de Natal para o seu filho, quando se deparou com o item. O caso aconteceu no final do ano passado.

O Conar, então, entrou em contato com a Amazon solicitando a retirada imediata do anúncio da parte infantil do site.

Vale ressaltar que o site da varejista inclui uma área específica destinada aos brinquedos sexuais. Ao digitar “brinquedos sexuais”, a plataforma apresenta mais de 20.000 resultados.

Anúncio já foi retirado

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Segundo informações da reportagem do UOL, o Conar afirmou que o anúncio já foi removido do site. A entidade ainda declarou ao veículo que em casos de denúncia por parte dos consumidores, as medidas impostas por ela devem sempre ser cumpridas imediatamente.

Apesar da retirada, a decisão, tomada apenas em primeira instância pelo Conselho, ainda permite recurso. A reportagem do UOL também entrou em contato com a Amazon, mas a empresa ainda não se manifestou sobre o ocorrido.

Imagem: Sundry Photography / shutterstock.com

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