A Amazon é a maior empresa de comércio eletrônico do mundo. A companhia norte-americana, que nasceu como uma loja digital de livros, se tornou aos poucos a líder de vendas de milhares de categorias de produtos, enviando mercadorias para o mundo todo.
Grave: Amazon anuncia brinquedo sexual na ala infantil e é advertida
Amazon foi advertida recentemente pelo Conar, após anunciar um brinquedo sexual na área infantil do site. Saiba mais.
O site da varejista é composto de centenas de áreas diferentes, onde é possível encontrar os mais variados produtos, inclusive alguns inusitados. A plataforma, que é frequentada por milhões de pessoas de diversos países, tem tanta informação que, às vezes, alguns erros são identificados pelos consumidores.
Brinquedo sexual na sessão infantil?
Recentemente, a Amazon recebeu uma advertência do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), órgão brasileiro que regula a publicidade no país através de um código de conduta e princípios éticos pré-estabelecidos.
O aviso veio após uma consumidora realizar uma denúncia ao Conselho. De acordo com a cliente, ela identificou que um brinquedo sexual estava sendo vendido no setor do site voltado para crianças. Na ocasião, a mulher navegava na plataforma em busca de um presente de Natal para o seu filho, quando se deparou com o item. O caso aconteceu no final do ano passado.
O Conar, então, entrou em contato com a Amazon solicitando a retirada imediata do anúncio da parte infantil do site.
Vale ressaltar que o site da varejista inclui uma área específica destinada aos brinquedos sexuais. Ao digitar “brinquedos sexuais”, a plataforma apresenta mais de 20.000 resultados.
Anúncio já foi retirado
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Segundo informações da reportagem do UOL, o Conar afirmou que o anúncio já foi removido do site. A entidade ainda declarou ao veículo que em casos de denúncia por parte dos consumidores, as medidas impostas por ela devem sempre ser cumpridas imediatamente.
Apesar da retirada, a decisão, tomada apenas em primeira instância pelo Conselho, ainda permite recurso. A reportagem do UOL também entrou em contato com a Amazon, mas a empresa ainda não se manifestou sobre o ocorrido.
Imagem: Sundry Photography / shutterstock.com
