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Greve iniciada nesta segunda (24) afeta diretamente brasileiros e não tem data pra acabar

Greve iniciada nesta segunda (24) causa impacto direto na rotina dos brasileiros. Saiba mais sobre a paralisação e as cidades afetadas.

Ana FerreiraPor Ana Ferreira2 min de leitura
CPTM

Milhares de moradores do estado da Bahia estão enfrentando dificuldades em seu deslocamento diário devido à greve dos rodoviários do transporte metropolitano, que teve início nesta segunda-feira (24).

A decisão de paralisar as atividades ocorreu durante uma assembleia da categoria na quarta-feira anterior (19) e tem gerado impactos significativos nas cidades afetadas.

O motivo da greve é que o governo do estado falhou em cumprir um acordo, no qual ele se comprometeu a pagar as indenizações de 530 funcionários após as empresas BTM, VSA e Linha Verde demiti-los. Assim, essas empresas encerraram suas atividades durante o período mais crítico da pandemia, deixando muitos funcionários desamparados e sem os direitos trabalhistas garantidos.

Veja as cidades afetadas pela greve

Nessas regiões afetadas, os ônibus permanecem parados nas garagens, gerando dificuldades para a população chegar ao trabalho, escola e outros compromissos. Confira a lista das cidades:

  1. Arembepe;
  2. Camaçari;
  3. Candeias;
  4. Conde;
  5. Dias D’Ávila;
  6. Imbassaí;
  7. Lauro de Freitas;
  8. Mata de São João;
  9. Madre de Deus;
  10. Praia do Forte;
  11. Porto de Sauipe;
  12. Santo Amaro;
  13. São Francisco do Conde;
  14. São Sebastião do Passé;
  15. Simões Filho;
  16. Subaúma.

Quando o transporte público voltará a funcionar?

A incerteza sobre a duração da greve tem causado preocupação entre os usuários do transporte público, já que não há uma data definida para o fim da paralisação. Enquanto isso, muitas pessoas devem buscar alternativas, como o compartilhamento de caronas e a utilização de aplicativos de transporte, para tentar minimizar o impacto em suas rotinas diárias.

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O sindicato dos rodoviários está aberto a negociações com o governo do estado, desde que seja apresentada uma proposta concreta para solucionar a situação. Enquanto as partes envolvidas não chegarem a um acordo, os baianos continuam enfrentando as dificuldades decorrentes da greve, sem previsão de quando tudo voltará ao normal.

O cenário é de preocupação, mas a esperança é de que um acordo seja alcançado em breve. Enquanto isso não acontece, a população aguarda ansiosamente pelo fim da greve, torcendo para que o transporte público volte a funcionar plenamente e para que os trabalhadores afetados recebam o que é devido.

Imagem: Tacio Philip Sansonovski/ shutterstock.com

Ana Ferreira

Autor

Ana Ferreira

Redatora do Seu Crédito Digital. Estudante de psicologia e serviço social. 23 Anos de idade e moradora de Brasília.

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