Após o caso de Americanas (AMER3) movimentar o mercado financeiro ao longo das últimas semanas, uma nova “bomba” caiu. Na última terça-feira (14), oficiais de Justiça foram à sede do Grupo Suno para cumprir um mandado de busca e apreensão a mando da Hectare Capital. O fundo acusa a casa de análise de manipulação do mercado imobiliário.
Grupo Suno é investigado por suposta manipulação de mercado
Na última terça-feira (14), o Grupo Suno recebeu a visita de policiais em sua sede para uma ação de busca e apreensão. Entenda o ocorrido!
Segundo as informações divulgadas pela própria Suno, que trabalha com a gestão de investimentos, a ação policial visava produzir provas a favor da Hectare, que acusa a empresa de ter a difamado. O processo corre em segredo de Justiça.
Entenda o caso
A Hectare Capital decidiu processar o grupo por afirmar que a Suno Research, um dos portais de conteúdo do grupo, tem sido responsável por fazer uma campanha contra o seu fundo imobiliário, o HCTR11. Segundo a gestora de investimentos, a campanha contra o ativo estaria sendo feita desde 2022, prejudicando o seu desempenho no mercado de forma proposital.
Na noite da última terça-feira, a Hectare divulgou um fato relevante para o mercado para afirmar que um dos objetivos da Suno ao, supostamente, difamar o seu fundo imobiliário seria afastar os investidores do ativo. A gestora ainda defende que a campanha prejudicou as negociações do ativo em volume e preço, afirmando que as publicações do grupo eram “carregadas de alarmismo, a respeito do fundo”.
Suno se pronuncia das acusações
Após a questão ter repercutido na mídia, a Suno se pronunciou afirmando que a Hectare foi responsável por uma “ação degradante” de tentar retaliar o trabalho independente que a empresa faz ao analisar e indicar ativos do setor imobiliário para os seus clientes.
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Ainda no comunicado para a mídia especializada, afirmou que após esclarecer os fatos na justiça, adotará as medidas cabíveis contra a Hectare Capital pelas “falsas acusações”, negando que as suas análises tivessem como foco prejudicar a empresa. A Suno afirmou ainda que os seus relatórios seguem a legislação vigente.
Foto: Divulgação/Suno
