Segundo uma declaração do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Fórum Econômico Mundial em Davos, na última quarta-feira (18), “é um imperativo” que os acordo e a integração com países da América Latina aconteçam para o desenvolvimento do Brasil.
Haddad aprova integração com países da América Latina
Para o Ministro da Fazenda, a integração dos países vizinhos ao Brasil é urgente e tem alta competitividade com outros países. Entenda!
Para Haddad, o subcontinente possui grande competitividade em relação ao mundo, como, por exemplo, a geração de energia limpa. Porém, para que haja destaque, é necessário um conjunto de infraestruturas realizadas de modo coletivo.
Haddad já defendeu moeda única para o Mercosul
Anteriormente, Haddad já havia se encontrado com o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, quando trouxe à pauta a defesa de uma nova moeda para o Mercosul. Aliado a isso, sua fala no fórum suíço ecoou novamente em defesa à integração da América.
Especificamente sobre a questão de energia limpa, ele declarou que “pode ser uma vantagem interligar as Américas com linhas de transmissão, mas também pode ser um fator determinante para atração de empresas, indústrias que queiram produzir a partir da energia limpa, para que toda sua cadeia produtiva esteja em compasso com as determinações ambientais que hoje são incontornáveis”.
Para isso, o ministro busca soluções com outros países vizinhos para iniciar o que, segundo ele, seria um novo processo de reindustrialização em toda a América Latina.
Fala de Haddad repercutiu na relação entre economia e sustentabilidade
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Entre os principais tópicos mencionados por Haddad em Davos, está a limitação de transporte de energia limpa. Por exemplo, a energia solar, eólica, hidrelétrica ou de hidrogênio verde. Ao citar que elas possuem maior dificuldade de serem transportadas, diferente do petróleo, Haddad pontuou que a integração com países da América Latina pode facilitar o caminho.
Além do Ministro da Fazenda do Brasil, estavam presentes no Fórum Econômico Mundial os presidentes do Equador, Guillermo Lasso, da Colômbia, Gustavo Petro, da Costa Rica, Rodrigo Chaves, e a vice-presidente da República Dominicana, Raquel Peña.
Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil
