Em entrevista ao Estúdio i, Globo News, na última quarta-feira, 14 de dezembro, Fernando Haddad (PT) informou que vai realizar grandes mudanças no Ministério da Fazenda, segundo o próprio, “buscando organizar a Pasta.”
Segundo o futuro ministro da Fazenda, o governo atual de Jair Bolsonaro (PL) deixou rombos na economia, agravados no período eleitoral quando diversas MPs causaram impacto na atuação do ministério.
Além disso, Haddad chamou a atenção para a situação da Caixa Econômica Federal. De acordo com o político: “Se a gente não prorroga o Auxílio Brasil, a Caixa quebra”, indicando uma situação mais crítica do que era noticiada.
Projeções para economia
Segundo o futuro ministro da Fazenda, alguns pontos fizeram a situação econômica chegar a este ponto. De acordo com ele, o destaque vai para: gastos eleitorais, crédito consignado e descontrole no programa Auxílio Brasil.
Ou seja, Haddad declara que o período eleitoral foi marcado pelo descontrole das contas públicas por parte do governo atual. Além disso, Haddad confessou que o governo atual solicitou a retirada de 2,5 milhões de pessoas do programa social.
“Isso é quase um crime confessado. Botou para dentro 2,5 milhões de pessoas e agora estão mandando tirar.”
— Fernando Haddad
Todavia, o futuro ministro da Fazenda informou que o objetivo é manter o programa social em funcionamento. Dessa forma, Haddad indicou que a política é não “desamparar” os beneficiários do programa social.
Equipe de Haddad na Fazenda
Ainda esta semana, Fernando Haddad anunciou sobre sua futura equipe na Fazenda. Os dois nomes indicados pelo futuro Ministro para secretária da Pasta são: Bernard Appy e Gabriel Galípolo.
Segundo o político, o objetivo é criar uma equipe técnica para tocar o ministério. Nas palavras do futuro ministro, o desejo é “trabalhar com gente que entende do riscado”.
Dessa forma, Haddad também atualizou a situação de sua futura equipe, além de confirmar que deve fechar os nomes até a próxima semana.
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