O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou avanço de 0,44% no mês de julho, em comparação com o mês imediatamente anterior. Conforme indicam os dados apresentados pelo Banco Central, trata-se da segunda alta consecutiva do indicador, considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto).
IBC-Br registra avanço na comparação mensal; você sabe o que ele representa?
O Banco Central acaba de divulgar o resultado do IBC-Br referente ao último mês de julho. Saiba mais sobre o indicador!
A autoridade monetária divulga o IBC-Br desde 2010, com o objetivo de identificar a evolução da atividade econômica no país. Sua formulação leva em consideração diferentes variáveis, que servem como base para o desempenho dos setores da economia.
Vale ressaltar que, apesar do IBC-Br ser comparado constantemente com o PIB, existem algumas diferenças no que se refere aos conceitos e na frequência de apuração dos dados entre os dois. Por isso, nem sempre apresentam resultados similares.
Resultados do IBC-Br

Desta vez, segundo os dados observados no último mês de julho, o IBC-Br registrou crescimento de 0,66% na comparação com o mesmo período de 2022. Durante os sete meses deste ano, o indicador teve alta de 3,21%.
Ainda em relação a 2023, o melhor desempenho do índice foi registrado em fevereiro, com variação positiva de 3,09%. No entanto, entre os meses de abril e maio, o indicador passou de +0,99% para -1,83%.
É importante destacar que o IBC-Br é um dos fatores considerado pelo Banco Central, mais especificamente pelo Comitê de Política Monetária (Copom), para determinar a taxa básica de juros. A reunião acontece nesta terça (19) e quarta-feira (20).
Veja também:
Prévia do PIB
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O PIB (Produto Interno Bruto) corresponde aos bens e serviços produzidos pelo país. Desse modo, serve como importante termômetro para o crescimento da economia brasileira. No último trimestre, houve crescimento de 0,9%, acima das estimativas do mercado financeiro.
Para este ano, as projeções apontam uma alta de 2,89%. Em contrapartida, para 2024, as estimativas indicam um crescimento um pouco menor, de 1,50% ao ano.
Por fim, uma das diferenças primordiais é que o IBC-Br leva em consideração os dados apresentados pela agropecuária, setor de serviços, indústria, além dos impostos. Porém, deixa de fora a demanda, o que é entra nos cálculos do PIB.
Imagem: Ronnie Chua / shutterstock.com
