Nesta sexta-feira (16), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou um levantamento que aponta a participação dos municípios brasileiros no Produto Interno Bruto (PIB) nacional referente a 2020.
IBGE divulga participação de municípios brasileiros no PIB nacional
Levantamento do IBGE aponta as cidades com o maior impacto no PIB nacional e observa queda em alguns municípios importantes. Confira!
A pesquisa aponta as maiores quedas e os maiores aumentos em 18 anos entre as cidades nacionais, de 2002 a 2020, com relação aos bens e serviços produzidos no país. Além disso, é abordado o impacto da pandemia de Covid-19 no cenário econômico nas regiões do Brasil.
Participação dos municípios no PIB nacional
Com base nos resultados, os municípios com as maiores quedas na participação do PIB nacional entre 2019 e 2020 foram São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Confira o ranking:
- São Paulo: 9,84%;
- Rio de Janeiro: 4,35%;
- Brasília: 3,49%;
- Belo Horizonte: 1,28%;
- Manaus: 1,21%;
- Curitiba: 1,16%;
- Osasco: 1%;
- Porto Alegre: 1%;
- Guarulhos: 0,87%;
- Campinas: 0,86%.
Apesar da queda, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília ainda são as cidades que mais interferem no PIB do país.
Em contrapartida, os municípios que mais aumentaram sua participação no indicador econômico foram Parauapebas e Canaã dos Carajás, localizados no estado do Pará.
Extração de minérios de ferro favorecem Parauapebas e Canaã dos Carajás
Conforme apontam os analistas, Parauapebas e Canaã dos Carajás conseguiram um aumento significativo devido ao avanços das atividades de extração de minérios de ferro.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Parauapebas tem 0,50% de participação no PIB, enquanto Canaã dos Carajás tem menos de 0,48%.
Motivos da queda na participação do PIB
As quedas expressivas na participação de São Paulo e Rio de Janeiro aconteceram diante do cenário de pandemia de Covid-19, o que fez com que o setor de serviço ficasse amplamente prejudicado. Durante a crise sanitária, atividades do comércio foram paralisadas para evitar contágios. Mesmo assim, as cidades seguem líderes no ranking.
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com
